Tópicos | Aretha Franklin

O Dia de Finados é marcado por lembranças valiosas. A figura de quem se foi permanece todas vezes que a saudade reflete nas histórias afetuosas, passeando pelos respiros de saudade e lágrimas espontâneas. O ano de 2018 está chegando ao fim e, entre diversos acontecimentos, o mundo dos famosos sofreu desfalques.

Talentos à parte, o entretenimento passou por perdas nacionais e internacionais. Pensando nisso, o LeiaJa.com decidiu relembrar alguns nomes que irão fazer falta em suas respectivas áreas.

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Mark Salling (1982 - 2018)

O ator Mark Salling fez sucesso entre o público teen ao interpretar Noah no seriado "Glee". Três anos depois de ter se declarado culpado por ter no computador imagens de pornografia infantil, o eterno "Puck" foi encontrado morto em janeiro. A polícia achou o corpo do ator no rio Los Angeles, em Sunland, onde morava. 

Eloísa Mafalda (1924 - 2018)

Na década de 1970, Eloísa Mafalda marcou a dramaturgia brasileira ao interpretar Dona Nenê na primeira versão do clássico "A Grande Família". Na mesma época, Eloísa deu vida a Maria Machadão na novela "Gabriela", que no remake de 2012 sua personagem foi interpretada por Ivete Sangalo. De tantos papéis memoráveis, Eloísa ficou longe da TV. Em maio, Marcos Teixeira confirmou a morte da mãe. A atriz morreu aos 93 anos, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Dolores O'Riordan (1971 - 2018)

Considerada um dos ícones da música mundial nos anos de 1990, Dolores O'Riordan imortalizou o grupo The Cranberries. Intérprete do hit "Linger", Dolores deixou os fãs órfãos no dia 15 de janeiro ao ser encontrada morta em uma banheira. Segundo o laudo divulgado há dois meses, a cantora, que tinha 46 anos, morreu afogada após sofrer uma intoxicação alcoólica.

Avicii (1989 - 2018)

Encabeçando a lista dos DJs mais influentes do mundo, Avicii viu sua vida mudar em 2011 quando a música "Levels" estourou. O sueco, dono dos hits "Wake Me Up" e "Hey Brother", foi peça fundamental nos trabalhos de David Guetta, Rita Ora e Coldplay. Aos 28 anos, Avicii deixou um legado no universo eletrônico. Ele morreu em abril, em um complexo hoteleiro de Mascate, capital de Omã. A causa da morte foi suicídio.

Aretha Franklin (1942 - 2018)

Com mais de 15 Grammys, Aretha Franklin ficou conhecida no mundo inteiro em 1967 com o sucesso "Respect". Intitulada de "rainha do soul", Aretha se tornou a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll. Diagnosticada com câncer em 2010, a artista se apresentou em novembro de 2017 em um evento da Fundação Elton John contra a Aids em Nova York. Aretha Franklin perdeu a batalha contra a doença no dia 16 de agosto.

Beatriz Segall (1926 - 2018)

O ano era 1988. A novela "Vale Tudo" prendia a atenção do telespectadores com a sinceridade 'afrontosa' de Odete Roitman. A personagem de Beatriz Segall foi responsável por ter parado o Brasil nos momentos finais da trama, revelando o verdadeiro assassino da vilã. Com inúmeros trabalhos na TV e no cimema, Beatriz teve os seus holofotes desligados há dois meses. A atriz morreu aos 92 anos, em São Paulo.

Mr. Catra (1968 - 2018)

Wagner Domingues Costa, ou melhor, Mr. Catra, foi um dos principais nomes do funk carioca. Sempre irreverente, e em certos momentos polêmicos, Catra virou referência para os artistas do 'batidão'. Convidado para colaborar em trabalhos de outros cantores, Catra não seguia os padrões estabelecidos pelo mercado fonográfico. Com 32 filhos, o cantor recebeu o diagnóstico de câncer no estômago no início de 2017. No dia 9 de setembro, às 15h20, Mr. Catra faleceu em São Paulo.

Angela Maria (1929 - 2018)

Dona do título "rainha do rádio", Angela Maria encantou muitos casais apaixonados com a sua voz potente. Com 1,50 de altura, o tamanho passava batido quando Abelim Maria da Cunha arrancava suspiros dos fãs quando entoava os principais sucessos da carreira, como "Vida de bailarina", "Ave Maria no morro" e "Babalú". A pequena Sapoti, apelido dado pelo ex-presidente Getúlio Vargas, faleceu aos 89 anos no final de setembro.

Gil Gomes (1940 - 2018)

Famoso por relatar os casos investigativos de forma dramática no telejornal "Aqui Agora", na década de 1990, Gil Gomes deixou sua marca no SBT. Desde 2005, o comunicador lutava para combater o Mal de Parkinson. No dia 16 de outubro, Gil Gomes não resistiu. Casado com Eliana Izzo, Gil faleceu aos 78 anos em São Paulo. Em 2016, durante uma entrevista na RedeTV!, o paulista revelou que sofreu com o período em que ficou afastado do trabalho por conta da doença degenerativa.

Fotos: Reprodução/YouTube/SBT/Instagram Mr. Catra/TV Globo/Wikimedia Commons

Após muita polêmica online, o bispo Charles H. Ellis III, que conduziu o funeral de Aretha Franklin, se desculpou pela maneira como abraçou Ariana Grande durante a cerimônia.

Em entrevista à Associated Press, mais tarde no mesmo dia, sexta-feira, dia 31, ele - que foi filmado apertando o corpo da cantora e acusado de tocar no seio dela - declarou:

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Nunca seria minha intenção tocar os seios de qualquer mulher. Não sei, acho que coloquei meu braço em volta dela. Talvez eu tenha ultrapassado os limites, talvez tenha sido muito amigável ou familiar, mas de novo, me desculpo.

E continuou:

Abracei todos os artistas, mulheres e homens. Todos que estavam lá, apertei suas mãos e os abracei. (...) A última coisa que quero ser é uma distração para esse dia. O dia é sobre Aretha Franklin.

Charles também pediu desculpas por uma piada que fez com Grande, dizendo que quando leu seu nome no programa, achou que se tratava de um novo item de uma rede de fast-food de comida mexicana:

Eu pessoal e sinceramente me desculpo com Ariana e seus fãs, além de toda a comunidade hispânica. Quando você está fazendo uma cerimônia de nove horas, você tenta a manter acesa, você tenta colocar umas piadas aqui e ali.

Após imagens do abraço do bispo começarem a circular pela internet, fãs e apoiadores de Ariana subiram a hashtag RespectAriana [RespeiteAriana] aos assuntos mais comentados da rede social.

O funeral de Aretha Franklin, na última sexta (31), teve grande repercussão nas redes sociais, não pelas homenagens destinadas à cantora, mas sim por uma situação constrangedora na qual Ariana Grande foi protagonista. A artista foi assediada pelo reverendo Charles H. Ellis III, no momento de sua apresentação na cerimônia e o público ficou revoltado. 

Ariana foi convidada para cantar a música A Natural Woman, em homenagem à rainha do soul, logo após sua performance, o reverendo Charles, que comandava a cerimônia, subiu ao palco para cumprimentá-la. Foi então que o religioso abraçou a artista e tocou o seu seio direito. A expressão de desconforto da cantora era visível. O funeral estava sendo trasnmitido ao vivo pela internet.

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Nas redes sociais, o público criou uma 'campanha', Respeito para Ariana Grande, e repudiou a atitude do reverendo. Os internautas citaram, também, o modo com que o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, olhou para a cantora durante sua apresentação. "Olha a cara de assustada dela. E ainda tem gente encobrido esse pastor falando que a culpa foi da roupa curta dela. A culpa não foi dela.  Parem de colcoar a culpa na vítima"; "E isso aconteceu no funeral de uma mulher que cantava pedindo respeito às mulheres"; "É inadmissível que os homens ainda se sintam no direito de tocar uma mulher sem seu consentimento. Mais ainda são as pessoas que culpma às vítimas"; "Ariana foi assediada, está nítido. Se fazem isso no meio de um funeral, nem quero imagiar o que fazem fora dali".      

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Milhares de fãs de Aretha Franklin foram na noite desta quinta-feira (30) ao concerto em Detroit em tributo à cantora, onde recordaram as emblemáticas canções da "Rainha do Soul", na véspera do seu funeral.

Ao menos 40 artistas subiram no palco durante o "Tributo à Rainha do povo" realizado no Chene Park Amphitheatre, um estádio ao ar livre no centro de Detroit, duas semanas após a morte de Aretha Franklin em sua casa em Michigan.

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A cantora de 76 anos, amada por milhares de pessoas ao redor do mundo, morreu de câncer em 16 de agosto, encerrando uma carreira extraordinária de seis décadas que a converteu em uma das artistas mais famosas dos Estados Unidos.

Franklin, elevada à realeza em sua cidade natal, foi homenageada com música de R&B, Gospel, Jazz e Blues, e suas netas também subiram brevemente no palco para agradecer ao público em nome da família.

"É um concerto maravilhoso. As pessoas que não puderam vir, simplesmente não sabem o que perderam", disse Tembley Reynolds, um trabalhador de 60 anos que veio de Saginaw, Michigan.

Os 5 mil ingressos gratuitos se esgotaram em minutos na Internet.

Os milhares de fãs puderam ouvir sucessos de Franklin, incluindo "Freeway of Love", um hino à sua cidade natal, "Say A Little Prayer", "Natural Woman" e a inesquecível "Respect", interpretada no final por todo o elenco.

Participaram do tributo The Four Tops, Dee Dee Bridgewater e Angie Stone, entre outros ícones da música americana, e um coro gospel fez reviver o ambiente de igreja, levantando o público com uma interpretação enérgica de clássicos como "Amazing Grace", por Tasha Page-Lockhart.

O tenor Rod Dixon cantou "Nessun Dorma" para recordar a interpretação de Franklin da aria de Puccini em substituição a Luciano Pavarotti, que ficou doente e não pode ir à entrega dos prêmios Grammy em 1998.

Mais cedo nesta quinta-feira, Aretha Franklin voltou à igreja de seu pai pela última vez, deitada resplandecente em um caixão aberto, com um vestido rosa e sapato de salto com lantejoulas.

Milhares de fãs se aproximaram da Igreja Batista New Bethel, em Detroit, para se despedir da "Rainha do soul".

Debra Demmings, de 63 anos, dirigiu a noite inteira de Minnesota para chegar à fila que se estendia fora da igreja já às 07h30 locais (08h30 de Brasília), quatro horas antes do início da última oportunidade para o público dar o último adeus a Franklin.

A fila se estendeu por mais de um quilômetro, em um ambiente festivo onde os fãs cantavam e trocavam histórias.

O ex-presidente Bill Clinton e Smokey Robinson também estão entre os que irão ao funeral que durará seis horas na sexta-feira, onde só se poderá entrar com convite, e haverá tributos musicais de Stevie Wonder e Ariana Grande.

Franklin cantou no funeral de Martin Luther King Jr. e nas cerimônias de posse dos presidentes Clinton e Obama.

Centenas de fãs homenagearam nesta terça-feira (28) a lendária cantora americana Aretha Franklin, que é velada com seu caixão aberto em Detroit, no início de uma cerimônia que durará quatro dias.

"Desabei quando a vi. Ela estava linda", conta à AFP Monique Valentine, moradora de Detroit. "Foi simplesmente uma experiência incrível. Eu estava feliz de estar ali".

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Amada por milhões de pessoas em todo o mundo, a "Rainha do soul" morreu em 16 de agosto, concluindo uma extraordinária carreira de seis décadas que a transformou em uma das artistas mais célebres dos Estados Unidos, igualmente admirada por seu trabalho em favor dos direitos civis.

Nesta terça-feira, um cortejo de homens com luvas brancas trasladou seu caixão de ouro ao Museu de História Afro-americana Charles H. Wright, onde fãs acamparam a noite toda para dar o último adeus a Franklin, segundo meios locais.

Espera-se que milhares de pessoas se despeçam da cantora entre 9h e 21h desta terça e de quarta-feira, ao que seguirá um homenagem na Igreja Batista de New Bethel de seu pai, na quinta-feira.

- 'Em uma nuvem' -

"Obrigada rainha, obrigada por todos esses anos em que nos amou", disse uma mulher que dançava com amigos do lado de fora do museu.

Aretha Franklin é considerada parte da realeza em sua cidade natal de Detroit, no estado de Michigan (norte).

Para lá viajaram fãs de todas as partes, que esperaram sua vez do lado de fora do museu, sob um sol escaldante.

Cinco amigas, vestindo camisetas com o nome da cantora, contaram à AFP que vieram dirigindo de Chicago para se despedir da "Rainha do Soul".

"Foi sublime, como se ela estivesse em uma nuvem. Parecia estar em paz, magnífica", disse Clemey Robinson.

"É a rainha. É um ícone, uma lenda. É uma honra poder estar aqui para prestar-lhe uma homenagem", disse um cidadão de Detroit ao canal 4 News.

"Sua música mudou a vida de muitos e me sinto honrado de estar aqui", disse outro fã, que viajou a partir de Toledo, Ohio. "Chegou a tanta gente; é uma bênção", disse à mesma rede.

Rosa Parks, personalidade dos direitos civis, foi levada após sua morte, em 2005, ao mesmo museu de Detroit onde Franklin descansará.

Na noite de quinta-feira será realizado um show gratuito para recordar Franklin, antes de seu funeral, no Greater Grace Temple na sexta-feira, onde estão previstas apresentações de estrelas como Stevie Wonder e Jennifer Hudson.

Além disso, espera-se que personalidades como o ex-presidente americano Bill Clinton, Smokey Robinson e Jesse Jackson, líder de direitos civis, compareçam à cerimônia.

- Quebrar os preconceitos -

Ao longo de seus 76 anos, a cantora de gospel, soul e R&B influenciou gerações de cantores com sucessos inesquecíveis como "Respect" (1967), "Natural Woman" (1968) e "I Say a Little Prayer" (1968).

Franklin viveu a maior parte de sua vida em Detroit, a Cidade do Motor e lar da Motown Records, a primeira gravadora com um dono negro que ganhou fama nacional e ajudou a quebrar os preconceitos raciais.

Em 2005, recebeu a medalha presidencial da liberdade, a maior honra para um civil nos Estados Unidos, das mãos do então presidente George W. Bush.

Em 2010 sofreu graves problemas de saúde, mas continuou se apresentando até o ano passado. Seu último show em público aconteceu em novembro de 2017, em Nova York, para arrecadar fundos para a fundação de luta contra a aids de Elton John.

Franklin morreu rodeada de familiares e entes queridos, após uma batalha contra o câncer no pâncreas.

Madonna deu muito o que falar na edição de 2018 do VMA, que aconteceu na última segunda-feira, dia 20. A cantora foi motivo de discussões nas redes sociais após ter sido convidada para apresentar o prêmio de vídeo do ano, no qual era esperado que ela fizesse uma homenagem à Aretha Franklin, que nos deixou no dia 16 de agosto. O problema é que, em seu discurso, ela acabou falando mais do início de sua própria carreira do que da Aretha! Alguns internautas se manifestaram indignados a respeito:

Eu mal posso esperar para Aretha ganhar uma homenagem real no Soul Train Awards, porque isso foi mais que desrespeitoso!

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Madonna falando em memória de Aretha Franklin foi uma das coisas mais ridículas e desrespeitosas que eu já vi. Ela fez a coisa toda sobre si mesma e continuou da maneira mais insuportável.

Após tantas críticas, a cantora decidiu se manifestar, e escreveu em seu Instagram:

Só para deixar claro: me pediram para apresentar o vídeo do ano da MTV, e então me pediram para contar momentos engraçados que tive em minha carreira relacionados à Aretha Franklin! Eu compartilhei uma parte da minha jornada e agradeci Aretha por me inspirar durante minha caminhada. Eu não tinha a intenção de fazer um tribulo à ela! Aquilo seria impossível em dois minutos com todo o barulho e euforia de uma premiação. Eu nunca poderia fazer justiça à ela nesta contexto ou ambiente.

E Parece que Jennifer Lopez não gostou nem um pouco de Madonna estar na premiação no VMA.

Madonna foi ex-namorada do atual namorado de J-Lo, Alex Rodrigues e, segundo o Radar Online, a presença de Madonna a incomodou profundamente. Os dois namoraram em 2008, enquanto o jogador ainda era casado com sua esposa da época, Cynthia Scurtis. Tenso, né?

- J-Lo não estava feliz que Madonna estava no show. Ela se sentou em silêncio enquanto Madonna se apresentava.

Mas enquanto uns não estavam muito felizes com a presença de Madonna, outros adoraram, como foi o caso de Nicki Minaj, que aproveitou até demais o momento ao lado da cantora e acabou ganhando um beijo dela!

Por fim, o look da cantora também deu o que falar! O estilo de seu vestido e o excesso de acessórios chamou a atenção de todo mundo, e é claro que os fãs brasileiros não perderam a piada: segundo muitos internautas, ela estava igualzinha à Elke Maravilha! E aí, o que você acha?

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A cantora Madonna liderou um tributo à "rainha do soul" Aretha Franklin na segunda-feira à noite nos MTV Video Music Awards. A premiação aconteceu quatro dias depois da morte da lenda da música, aos 76 anos, vítima de um câncer de pâncreas.

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"Ela me levou até onde estou hoje e eu sei que influenciou tantas pessoas que estão neste local hoje, esta noite", disse Madonna, que completou 60 anos na quinta-feira, mesmo dia da morte de Aretha Franklin.

"Quero agradecer você, Aretha, por empoderar a todos nós. R-E-S-P-E-C-T. Longa vida à rainha", completou.

Aretha Franklin influenciou várias gerações de artistas com canções como "Respect" (1967), "Natural Woman" (1968) e "I Say a Little Prayer" (1968).

Na premiação, a grande vencedora foi a cantora Camila Cabello, ex-integrante do grupo Fifth Harmony, que triunfou nas categorias artista do ano e vídeo do ano, por "Havana".

Outro destaque da noite foi a vitória de Childish Gambino e seu vídeo "This Is America", uma crítica às armas e ao racismo, em três categorias: vídeo com mensagem, coreografia e direção.

Jennifer Lopez venceu na categoria colaboração ao lado do DJ Khaled e da rapper Cardi B por "Dinero".

Além disso, Jennifer Lopez também recebeu o prêmio Michael Jackson por sua contribuição à cultura pop. Cardi B recebeu o prêmio de artista revelação.

Fiéis celebraram a vida de Aretha Franklin na igreja batista de seu pai em Detroit neste domingo (19), em uma cerimônia na qual soou sua poderosa voz e não faltaram elogios para a "rainha do soul".

O ativista de direitos civis e ex-candidato presidencial Jesse Jackson - com o estado de saúde delicado - recebeu uma ovação de pé depois de se aproximar do microfone para elogiar sua velha amiga.

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A igreja batista de New Bethel, localizada em Detroit, tem sido o centro das homenagens a Franklin, que faleceu aos 76 anos devido a um câncer no pâncreas.

"É um dia feliz e triste", disse o pastor Robert Smith Jr no início do culto.

"Estamos tristes de que Aretha tenha ido", afirmou. "Estamos felizes de que tenha se libertado das algemas do tempo".

A cerimônia começou com uma apaixonada apresentação de uma menina e foi seguida por uma gravação de Franklin cantando "Precious Lord (Take My Hand)", a mesma canção que interpretou no funeral de Martin Luther King Jr.

Franklin gravou o álbum "One Lord, One Faith, One Baptism" na igreja, onde também servia comida a fiéis e pessoas sem-teto em dias de Ação de Graça e Natal.

Ralph Godbee, um ex-chefe de polícia convertido a pastor, recordou como uma vez Franklin ligou para se queixar porque um parente seu havia sido maltratado pelo Departamento de Polícia. Disse a ela que ninguém - independentemente de ser seu familiar - deveria ser tratado dessa maneira.

"Existe algo quando a rainha te liga", disse. "Nunca estive tão animado na minha vida de ouvir a reclamação de alguém".

Godbee a elogiou como uma "lutadora pela liberdade" e atribuiu a ela o renascimento da "Motor City" (como Detroit é chamada), o lar da indústria automotiva dos Estados Unidos que progrediu depois de anos de depressão econômica e alta criminalidade.

O pai de Aretha, C.L. Franklin, foi um prominente pregador batista e ativista dos direitos civis, que, em junho de 1963, ajudou King a organizar a "Marcha pela Liberdade" pelo centro de Detroit, dois meses antes da histórica marcha de King em Washington e do discurso "Eu tenho um sonho".

- 'Cheia de luz' -

Do lado de fora da imponente igreja, os fãs colocaram flores, ursos de pelúcia, homenagens escritas a mão e balões com a frase "Você é especial".

"Aretha sempre será a minha rainha. Nada mais que respeito!", era possível ler um cartaz decorado com fotografias de jornais em preto e branco do ícone musical em seu auge.

"Aretha, obrigada por fazer desta cidade, deste país e deste mundo um lugar melhor. Sua música me faz sentir cheia de luz", diz uma mensagem assinada "com amor, Anna".

"Você sempre estará no meu coração", diz outro. "A sua voz sempre ressoará no meu coração e na minha alma. Ouço-a todo o tempo, me tranquilizando".

O funeral da cantora norte-americana Aretha Franklin, morta na última quinta-feira (16) aos 76 anos, foi marcado para o dia 31 de agosto em sua cidade natal, Detroit, nos Estados Unidos. A cerimônia ocorrerá após uma visita pública de dois dias no Greater Grace Temple, uma grande igreja pentecostal, e será restrita a familiares e amigos.

O corpo da rainha do soul vai ser sepultado no cemitério Woodlawn. A capacidade da igreja é de 4 mil lugares e a expectativa é de que o funeral reúna diversas estrelas da música e outras personalidades, até mesmo o ex-presidente norte-americano Barack Obama.

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A exibição pública do corpo de Aretha está marcada para os dias 28 e 29 de agosto no Museu Charles H. Wright dedicado à História Afro-Americana em Detroit. Segundo o porta-voz da família, Gwendolyn Quinn, o evento poderá contar com o caixão aberto, mas ainda é preciso chegar a um acordo.

Aretha Franklin faleceu no dia 16 de agosto após iniciar uma longa batalha contra um câncer no pâncreas, diagnosticado há oito anos. Ao longo de sua carreira, a artista venceu 18 prêmios Grammy.

Da Ansa

Quando a morte de Aretha Franklin foi anunciada no sistema de som da fábrica de carros de Detroit em que trabalha Maurice Black, a emoção foi tão grande que os gerentes da unidade interromperam por alguns minutos a cadeia de montagem.

"A expressão em todos os rostos era desoladora", disse o homem de 53 anos diante da Igreja Bautista New Bethel, onde Aretha começou a cantar gospel quando era criança e seu pai era pastor do templo.

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A emoção foi intensa porque muitos trabalhadores recordaram a visita da cantora à fábrica alguns anos antes. "Quando ela veio, todos gritaram Aretha, Aretha! Rainha do soul".

Os carros e a "Rainha do soul" são símbolos de Detroit, a maior cidade de Michigan, conhecida como "Cidade do Motor" por seu grande vínculo com a indústria automobilística.

Maurice Black cresceu na vizinhança da igreja, onde desfrutou das receitas preparadas por Aretha durante as abundantes refeições que ofereceu à comunidade e aos desabrigados nos dias de Ação de Graças e Natal.

"Ela fazia a melhor sopa de rabada, com um pão de milho, que era de matar", recorda. "Era tanta comida que você não sabia o que fazer".

No bairro, os moradores não escondem o orgulho com o fato de uma estrela da música ter escolhido continuar próxima de suas raízes, e não em cidades mais famosas como Los Angeles ou Nova York.

As pessoas que saíram de casa na quinta-feira para homenagear Aretha Franklin, desafiando a chuva, recordavam não apenas sua música, mas também a personalidade pé no chão.

"Sei que era rica, mas nunca demonstrava que era rica", lembra o pastor Charles Turner, cujo pai já administrou a igreja.

"Ela sempre demonstrava respeito por você. Quando você se aproximava dela, deixava que a abraçasse e sempre sorria quando falava com você".

"Ela era o tipo de pessoa que sempre falava com todos", confirma Black, que a viu na igreja pela última vez no ano passado, quando a cantora começou a perder peso e ele percebeu que Aretha estava doente.

"Ela fazia você pular de alegria", explica.

Para Jerome Greear, 52 anos e engenheiro de som, o funeral de Aretha deveria ser "presidencial", para estar à altura da artista.

"As pessoas a amavam", afirma, antes de apontar para a antiga igreja do pai de Aretha: "Não é grande o suficiente para ela. Este edifício não é grande o suficiente".

"R - E - S - P - E - C - T!": mais do que uma versão da canção de Otis Redding, a enérgica gravação de 1967 de "Respect" por Aretha Franklin transformou esta música em um hino político e feminista, consagrando sua intérprete como a rainha do soul com apenas 25 anos.

A revista Rolling Stone coroou este sucesso internacional como a quinta melhor canção "de todos os tempos" em uma lista de sucessos publicada em 2004, na qual Aretha Franklin aparecia atrás apenas de Bob Dylan, Rolling Stones, John Lennon e Marvin Gaye.

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"Respect" foi escrita e gravada por Otis Redding em 1965, mas foi a versão de Aretha Franklin, com seu refrão contagiante, que a fez passar à posteridade.

Na versão de Redding, um homem exige o respeito de sua esposa, um respeito que considera que ela lhe deve já que ele é quem sustenta a família. Mas Franklin, em sua versão gravada no dia de São Valentim de 1967 em Nova York, elimina esse esquema tradicional, colocando as palavras na boca de uma mulher forte e dinâmica.

- 'Uma nova alma' -

A cantora originária de Detroit manteve os versos, mas acrescentou um coro dinâmico, com suas irmãs Erma e Carolyn, e algumas expressões, como este provocativo "Sock it to me", que pode ser traduzido como "Me mostre do que você é capaz".

E colocou ênfase no "R-E-S-P-E-C-T", que não parece pedir, mas exigir.

"Para Otis o respeito tinha uma conotação tradicional", assinalou o produtor de Aretha Franklin, Jerry Wexler, em sua autobiografia, citado pela revista Rolling Stone. "O fervor na voz de Aretha exigia esse respeito".

"Não apenas mudou algumas palavras e o ponto de vista, como também lhe deu uma nova alma", disse à AFP a musicóloga americana Victoria Malawey, professora no Macalester College de Minneapolis-Saint Paul.

Aretha Franklin transformou a canção "de forma tão radical que até diria que a reescreveu", acrescentou esta especialista em música pop.

O título saiu em seu álbum "I Never Loved A Man The Way I Loved You", o primeiro com a Atlantic Records, e se tornou um hino feminista. Mas também deu voz aos negros na luta por seus direitos na década de 1960 nos Estados Unidos.

- No momento certo -

"Respect" atravessou os anos e foi retomada por vários movimentos de reivindicação, apontou Victoria Malawey. "É algo que vai além do texto e da melodia, que realmente nos transporta, que deu o seu poder à canção e fez com que durasse tanto tempo".

"Era o que se necessitava naquele momento", resumiu em 2016 a própria Aretha Franklin, citada pela revista francesa Elle, sobre esta canção que, em seu lançamento, esteve durante duas semanas entre as mais vendidas.

Com este grande sucesso levou os dois primeiros de seus 18 prêmios Grammy. E embora seja uma artista com uma grande caminhada, "Respect" a converteu na nova rainha do soul e do R&B, e marcou também o início de sua carreira internacional.

Este clássico da música americana apareceu em cerca de 30 filmes, como "Platoon", "Os Irmãos Cara-de-Pau" e "Forrest Gump: o contador de histórias". Vários artistas, incluindo Stevie Wonder, fizeram as próprias versões.

Neste contexto, Otis Redding reagiu bem. Uma "boa amiga" que "a levou para longe", disse com um sorriso sobre esta canção no palco em um Festival de Monterrey. Meses depois, em dezembro de 1967, morreu em um acidente de avião.

Criada no gospel, formada pelo rhythm and blues e fluente em jazz e pop, Aretha Franklin passou a ser conhecida como a "Rainha do Soul" por suas sete décadas de performances eletrizantes.

Da igreja de seu pai aos principais palcos dos Estados Unidos, Franklin cantou para os paroquianos e presidentes, e deixou sua marca nos fãs de música de todo o mundo.

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Talvez mais conhecida pelo poder vocal por trás de sua fachada feminista em "Respect", de Otis Redding, Franklin foi uma inspiração para várias gerações de divas do pop.

Sua voz de clara sonoridade e suas quatro oitavas abriram caminho para estrelas de diversos estilos como Mariah Carey e Whitney Houston - cuja mãe, Cissy Houston, era backing vocal de Franklin -, assim como para Alicia Keys, Beyoncé, Mary J. Blige e Amy Winehouse.

- Raízes gospel -

Nascida em Memphis, no Tennessee, em 25 de março de 1942, filha de C.L. Franklin, um proeminente pregador batista, e Barbara Siggers Franklin, Aretha Louise Franklin cresceu cantando o evangelho na Igreja Batista Nova Bethel de seu pai, em Detroit.

Seu primeiro álbum - "Spirituals" - foi gravado em 1956, quando ela tinha apenas 14 anos.

Assinou com a gravadora Columbia Records em 1960, quando lançou "The Great Aretha Franklin".

Um de seus vários sucessos de R&B entrou para os top 40 da Billboard em 1961, "Rock-A-Bye Your Baby (With A Dixie Melody)".

- Hino -

Mas a sua carreira realmente deslanchou quando ela assinou com a Atlantic Records em 1966 e iniciou uma colaboração com o lendário produtor Jerry Wexler, o que resultou em 14 álbuns juntos.

O álbum "Respect" conquistou o primeiro lugar nas paradas musicais em 1967, e acabou sendo adotado como hino dos direitos civis e dos movimentos de igualdade das mulheres.

Com "Queen of Soul", conquistou o primeiro de seus 18 prêmios Grammy e entrou para a relação da Rolling Stone como a número cinco das Maiores Músicas de Todos os Tempos.

Em uma vertiginosa série de sucessos vieram "Chain of Fools" e a sensual balada "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman".

"Se uma música é sobre algo que eu experimentei ou que poderia ter acontecido comigo, é bom. Mas se é estranha para mim, eu não poderia emprestar nada a ela", declarou à revista Time em uma reportagem de capa de 1968.

- Revival -

Em meados da década de 1970, seu estilo se perdeu na explosão do 'disco music', mas na década de 1980 houve um ressurgimento do interesse pelo "R&B", garantindo a ela participações especiais como no filme "Os Irmãos Cara de Pau", no qual cantou "Think."

Sua vida pessoal, no entanto, não era boa.

Ainda adolescente e solteira, Franklin deu à luz um filho aos 13 anos e outro dois anos depois. Teve mais dois filhos, e se casou e se divorciou duas vezes. Batalhou a vida toda com seu problema de peso e com o alcoolismo.

Seu pai foi baleado em um assalto em 1979 e passou cinco anos em coma para depois morrer aos 69 anos, em 1984.

- Realeza -

Mas nada ofuscou sua realeza musical. Em 1968, cantou no funeral do líder dos direitos civis Martin Luther King Jr.

Ela também cantou, em 2011, no memorial dedicado a King em Washington, fazendo a multidão ficar extasiada com sua interpretação do hino gospel "Precious Lord."

Se apresentou na cerimônia de posse de três presidentes: Jimmy Carter, Bill Clinton e Barack Obama, o primeiro chefe de Estado negro do país.

E em 2015 cantou "Amazing Grace" quando o papa Francisco visitou a Filadélfia.

Em 1987, Franklin se tornou a primeira mulher a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll.

"Ela assumiu muitos papéis - a devota cantora gospel, a sensual sereia do R&B, o fenômeno pop, Lady Soul - e dominou todos eles", afirma a sua biografia no Hall da Fama.

Franklin alcançou o topo do sucesso pop em 1987 com "I Knew You Were Waiting (for Me)", cantada em dueto com George Michael.

Ela foi homenageada pelo Centro Kennedy em 1994 e 2005, e recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior distinção civil americana.

- Aposentadoria -

Franklin continuou a cantar ao longo dos anos 2000. Lançou um álbum de duetos com Houston, Carey e Blige em 2007 e recebeu Adele, Barbara Streisand e Sinead O'Connor em seu álbum de 2014, "Aretha Franklin Sings the Great Diva Classics."

Em setembro de 2017, anunciou a sua aposentadoria, mas em novembro de 2017, ainda cantou no aniversário de gala da Fundação Elton John para a Aids, onde parecia muito frágil.

Apesar dos planos de continuar cantando, sua doença forçou-a a cancelar, em 25 de março, o show para marcar seus aniversário de 76 anos.

Ao anunciar sua aposentadoria, disse que era muito abençoada.

"Eu me sinto muito, muito enriquecida e satisfeita com relação a de onde minha carreira veio e onde está agora", declarou na ocasião.

As grandes datas da vida da cantora americana Aretha Franklin, a rainha do soul:

- 25 de março de 1942: nasce em Memphis, no Tennessee.

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- 1956: lança seu primeiro álbum, "The Gospel Soul of Aretha Franklin".

- 1967: recebe seu primeiro Prêmio Grammy pela canção "Respect".

- 1968: canta "Precious Lord, Take My Hand" nos funerais do líder negro Martin Luther King Jr.

- 1977: interpreta "God Bless America" na cerimônia de posse do presidente Jimmy Carter. Ela cantaria posteriormente nas posses dos democratas Bill Clinton (1993) e Barack Obama (2009).

- 1987: se torna a primeira mulher a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll.

- 1991: recebe o Grammy Legend Award por sua influência na indústria musical americana.

- 2005: recebe a medalha presidencial da Liberdade, a principal distinção civil americana.

- 2017: anuncia em fevereiro sua aposentadoria após a gravação de um último álbum. Em novembro, canta no aniversário de gala da Fundação Elton John para a Aids, onde parece muito frágil.

- 2018: Aretha Franklin morre em Detroit no dia 16 de agpsto, aos 76 anos.

Morreu nesta quinta-feira (16), aos 76 anos, a cantora Aretha Franklin. De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), um representante da artista informou o falecimento.

Aretha estava internada em situação grave, em sua residência, na companhia dos familiares, em decorrência a um câncer. Considerada a "rainha do Soul", Aretha Franklin ficou famosa em 1967 com o sucesso "Respect".

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Ao longo da carreira, a artista ganhou mais de 15 Grammys. Dona do clássico "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman", Aretha se tornou a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll. Em 2009, ela cantou na posse do presidente americano Barack Obama.

Uma igreja em Detroit, Michigan, que já foi liderada pelo pai da lenda da música Aretha Franklin, realizou uma vigília nesta quarta-feira (15) pela "rainha do soul".

Franklin recebeu visitas na terça-feira do ícone musical Stevie Wonder e do ativista pelos direitos civis Jesse Jackson, em meio a uma avalanche de bons desejos chegados de todas as partes, disse uma porta-voz.

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Dezenas de pessoas se reuniram na igreja batista de New Bethel para um culto às 05h00 locais (06h00 de Brasília), dedicado a esta cantora de 76 anos que durante cinco décadas influenciou diferentes gerações como uma das divas da música popular.

Poucos detalhes foram concedidos sobre a condição da artista e de sua doença, mas afirmaram que estão dando cuidados paliativos e que ela está cercada por sua família e seus amigos.

A vigília na igreja de New Bethel para a criadora de sucessos inesquecíveis como "Respect", "Natural Woman" e "I Say a Little Prayer" contou com a presença de ministros de diferentes igrejas da área de Detroit.

O pai da cantora, CL Franklin, foi pregador em New Bethel, onde uma jovem Aretha começou a cantar música gospel.

A 18 vezes vencedora do Grammy manteve laços com a igreja ao longo dos anos, fazendo contribuições financeiras e organizando eventos.

"Ela dá aos necessitados, aos sem-teto", assegurou a assistente de Franklin, Fannie Tyler, aos meios de comunicações reunidos, enquanto agradecia à igreja pela vigília.

"Ela amaria ter estado aqui", afirmou Tyler.

Franklin influenciou muitas gerações de cantores, desde a diva do pop Mariah Carey à falecida cantora Whitney Houston, passando por Alicia Keys, Beyoncé, Mary J. Blige e pela britânica Amy Winehouse.

Foi a primeira mulher a entrar no Hall da Fama do Rock and Roll e cantou na cerimônia de posse de dois presidentes: Bill Clinton e Barack Obama.

"Assim como as pessoas em todo o mundo, Hillary e eu estamos pensando em Aretha Franklin", disse o ex-presidente Clinton na segunda-feira pelo Twitter.

Também na segunda, Beyoncé dedicou o seu show em Detroit a Franklin, enquanto Chaka Khan, a "rainha do funk" e contemporânea de Aretha Franklin, tuitou: "vou dormir esta noite com o coração pesado e com uma oração para a minha irmã de alma".

A cantora de soul, vencedora de vários prêmios Grammy, Aretha Franklin, que está gravemente doente, recebeu a visita de dois amigos em sua casa, em Detroit, na terça-feira, dia 14: Jesse Jackson e Stevie Wonder, disse sua assessora, Gwendolyn Quinn, à agência Reuters.

Franklin e Wonder possuem uma relação profissional há muito tempo, desde que se apresentaram juntos na premiação Annual Soul Train os Soul Awards, na Califórnia, 13 anos atrás.

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A cantora, de 76 anos de idade, está sob cuidados paliativos em sua casa, confirmou Quinn. Mas a assessora não quis entrar em detalhes sobre as condições da cantora, apenas informando que o estado dela é grave.

Além dos amigos, Aretha recebeu a visita de seu ex-marido, Glynn Turman, com quem ficou de 1978 a 1984.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, usou sua conta no Twitter para demonstrar compaixão por Aretha:

Como pessoas em todo o mundo, Hillary e eu estamos pensando em Aretha Franklin nesta noite e ouvindo suas músicas, que têm sido uma parte tão importante de nossas vidas nos últimos 50 anos. Esperamos que você a levante ouvindo e compartilhando suas músicas que mais significaram para você.

Beyoncé e Jay-Z dedicaram o show realizado na noite de ontem, 13 de agosto, na turnê "On The Run II", em Detroit, nos Estados Unidos, à Aretha Franklin, segundo a "Billboard". A dedicatória foi anunciada no início da performance, com Beyoncé dizendo: "Nós te amamos e agradecemos por todas as belas músicas". 

De acordo com relatórios médicos recentes, Franklin está gravemente doente e cercada de sua família e amigos. A cantora de 76 anos foi diagnosticada com câncer em 2010 e tem sofrido complicações em seu estado de saúde, que levaram ao anúncio de sua aposentadoria em 2017. 

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Aretha começou sua carreira ainda criança, cantando música gospel. Aos 18 anos saiu do segmento e ampliou seu escopo musical ao firmar contrato com a Columbia Records. Sua carreira decolou sete anos após quando partiu para a Atlantic Records e gravou as faixas "Respect", "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman" e "Think", que rendeu o título de rainha do soul no final da década de 60.
A cantora foi a primeira mulher a figurar no "Rock and Roll Hall of Fame" e chegou a ganhar oito Grammys consecutivos entre 1968 e 1975. No total, Aretha Franklin acumula 18 Grammys.

A cantora americana Aretha Franklin, vencedora de vários prêmios Grammy, está gravemente doente e ao lado de seus parentes, informou um jornalista que é amigo da família da artista.

A "rainha do soul", de 76 anos, famosa por sucessos como "Respect" (1967) ou "I Say a Little Prayer" (1968), "está gravemente doente em Detroit. A família pede orações e privacidade", escreveu Roger Friedman no site Showbiz 411.

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Aretha Franklin, diagnosticada com câncer em 2010, se apresentou em novembro de 2017 em um evento da Fundação Elton John contra a Aids em Nova York. Sua última performance pública aconteceu na Filadélfia, em agosto de 2017.

"Foi um espetáculo milagroso, pois Aretha já lutava contra a exaustão e a desidratação", escreveu Friedman sobre a apresentação na Filadélfia.

Ao longo de sua carreira, Aretha Franklin acumula 18 prêmios Grammy, incluindo um pelo conjunto de sua carreira.

Entre seus maiores sucessos estão "(You Make Me Feel Like) A Natural Woman" (1968), "Day Dreaming" (1972), "Jump to It" (1982), "Freeway of Love" (1985) e "A Rose Is Still A Rose," (1998).

Em 1987 se tornou a primeira mulher a entrar no Salão da Fama do Rock and Roll.

Em 2005, Aretha Franklin recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade - a maior condecoração para um civil americano - das mãos do então presidente George W. Bush.

Franklin também cantou em janeiro de 2009 na posse do presidente Barack Obama.

O longa “Queen of Soul”, que contará a história da cantora Aretha Franklin, pode ter a atriz e cantora americana Jennifer Hudson como protagonista. De acordo com o Deadline, a atriz vem sendo cotada para o papel desde que o roteiro começou a ser escrito. A própria Aretha Franklin teria optado pela atriz na cinebiografia.

O filme é produzido por Scott Bernstein (Straight Outta Campton: A História do N.W.A.) e Harvey Mason Jr. (Dreamgirls: Em Busca de um Sonho) com o apoio dos estúdios da MGM.

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A produção do filme ainda procura por um diretor e um roteirista, que podem ser anunciados em breve. A trama do filme deve focar na vida e na carreira de Aretha Franklin, desde o começo da carreira até o seu sucesso na música blues, soul, R&B e jazz.

A atriz Jennifer Hudson ficou conhecida como cantora quando participou do reality show American Idol em 2004. No cinema, a atriz participou da adaptação do musical da Broadway “Dreamgirls” de 2006 e recebeu um Oscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.      

“Queen of Soul” ainda não possui previsão de estreia definida.

A cantora americana Aretha Franklin, ícone do gospel e do soul, está avaliando a possibilidade de abrir uma casa noturna em Detroit, na qual ela "cantaria de vez em quando" depois de se aposentar.

"A rainha do soul", de 75 anos, não teria que se deslocar, já que ela mora nos arredores da cidade. O local se chamaria simplesmente "Aretha's".

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"Eu cantaria de vez em quando e, claro, convidaria artistas especiais, os favoritos do público de Detroit, para que atuassem", explicou o jornal local Detroit Free Press em uma entrevista concedida na quarta-feira.

A artista anunciou em fevereiro que tem pensado em se aposentar, depois de terminar a gravação de seu último álbum produzido parcialmente por Stevie Wonder.

A cantora, nascida em Memphis (Tennessee) em 1942, começou a gravar seus primeiros discos aos 14 anos na igreja de seu padre, um pastor batista.

Ao longo de sua carreira ganhou 18 prêmios Grammy graças a canções que marcaram a história do soul, como "Respect", até "I Say a Little Prayer", "Chain of Fools" e "(You Make me feel like) A Natural Woman".

Nos últimos anos tem cancelado vários shows. Em 2016 disse que seus médicos a proibiram de cantar por um doença, sobre a qual não dá detalhes.

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