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Um novo golpe notado pela empresa de segurança cibernética Kaspersky Lab usa o nome da rede de fast-food McDonald's para enganar os usuários e roubar seus dados. Acreditando que vão ganhar cupons para trocar por lanches no restaurante, as vítimas são induzidas a fazer o cadastro em sites maliciosos.

A mensagem chega por meio de um conhecido no WhatsApp, prometendo combos grátis do McDonald's em comemoração aos 78 anos da companhia. Após clicarem no link, os usuários são direcionados para uma página informando que foram selecionados para participar de uma pesquisa e receber um cupom para dois combos da sua escolha.

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O golpe diz que, para receber o cupom, o usuário deve compartilhar a promoção com nada menos que todos seus amigos e grupos no WhatsApp. A Kaspersky Lab também nota que o domínio usado na fraude já foi adotado em outros ataques similares.

"Imediatamente, após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento pode, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para sites que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos legítimos no sistema pay-per-install, direcionamento para sites cheios de propaganda ou mesmo oferecer a instalação de um aplicativo malicioso", informa a Kaspersky Lab.

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O Brasil é líder mundial em ataques de phishing, segundo informações coletadas pela empresa de segurança Kaspersky Lab durante o segundo trimestre de 2018. De acordo com os dados, quase 30% dos usuários de internet do país sofreram ao menos uma tentativa de golpe no ano passado.

O resultado, no entanto, caiu em 23% em relação ao mesmo período do ano anterior. As tecnologias antiphishing da Kaspersky Lab bloquearam mais de 107 milhões de tentativas de acesso a páginas fraudulentas, das quais 35,7% estavam relacionadas a serviços financeiros e atingiam os clientes por meio de sites falsos de bancos ou sistemas de pagamento.

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O setor de TI foi o segundo mais atingido, com 13,83% dos ataques voltados às empresas de tecnologia, um índice 12,28% mais alto do que no trimestre anterior, segundo o relatório da Kaspersky Lab.

Atrás do Brasil, os países com a maior parcela dos usuários atacados por golpes de phishing no segundo trimestre de 2018 foram a China (14,44%), Geórgia (14,44%), Quirguistão (13,6%) e Rússia (13,27%).

De acordo com as estimativas aproximadas da Kaspersky Lab, durante o último trimestre, invasores conseguiram ganhar pelo menos US$ 2.329.317, mesmo sem considerar nenhuma receita vinda do phishing clássico.

"A continuidade dos ataques voltados a organizações financeiras reflete o fato de cada vez mais pessoas estarem usando dinheiro eletrônico. Ainda assim, nem todas estão suficientemente conscientes dos riscos envolvidos. Então, os invasores tentam ativamente roubar informações sigilosas por meio do phishing", disse a especialista da Kaspersky Lab, Nadezhda Demidova.

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Uma pesquisa da empresa de segurança Kaspersky Lab apontou que 65% dos casos de smartphones perdidos, roubados ou furtados no Brasil usam o sistema operacional Android. Em segundo lugar estão os iPhones, com 20%, seguidos dos laptops, com 19%.

Ainda segundo o estudo, são registrados, em média, 23 mil aparelhos Android perdidos ou roubados por mês em todo o mundo. A ferramenta antirroubo da Kaspersky Lab é executada 1,5 vez a cada minuto. Um grande problema para os consumidores é que a substituição de um dispositivo pode chegar a até R$ 3 mil, segundo a pesquisa.

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Mesmo com as altas taxas de roubo ou furto, a pesquisa da Kaspersky Lab mostra que apenas 21% dos usuários brasileiros tiram proveito dos recursos antirroubo para proteger seus dispositivos. As fotos de viagens são classificadas pelos usuários brasileiros (25%) como os dados mais importantes armazenados em seus aparelhos, superando todos os outros.

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A maioria dos brasileiros ainda não protege seus dispositivos móveis com senhas, e apenas 21% usam soluções antirroubo. Os dados são de um recente relatório divulgado pela fabricante de antivírus Kaspersky Lab. As estatísticas mostram que as pessoas deixam seus aparelhos – e a crescente quantidade de dados valiosos que eles contêm – ao alcance de qualquer pessoa.

A pesquisa aponta que 74% das pessoas no Brasil dizem que usam a internet regularmente em seus smartphones e 26% dos brasileiros costumam usar um tablet para ficar online. Desse modo, diferentes tipos de dados preciosos são armazenados e enviados por esses aparelhos.

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Por exemplo, 43% dos brasileiros usam seus smartphones para fazer transações em bancos online que, naturalmente, dão acesso a informações financeiras valiosas. Além disso, 62% dos entrevistados acessam regularmente suas contas pessoais de e-mail no telefone e 64% usam o aparelho para atividades em mídias sociais.

Mas, mesmo tendo muitos dados preciosos em seus dispositivos móveis, as pessoas não necessariamente são cuidadosas ou estão seguras. Cerca de 53% dos usuários não protegem seus dispositivos móveis com senhas, e apenas 16% criptografam seus arquivos e pastas para evitar o acesso não autorizado.

Até a perda de dispositivos que estão protegidos por senha pode ter consequências graves. Menos da metade (47%) dos brasileiros faz backup de seus dados, e apenas 21% usam recursos antirroubo em seus dispositivos móveis.

Você é um dos que não usa senha em seu smartphone ou tablet? O vice-presidente de marketing de produtos da Kaspersky Lab, Dmitry Aleshin, tem boas dicas para proteger seu dispositivo.

"Há algumas medidas muito simples que todos podem tomar para proteger seus dispositivos e os dados contidos neles. Ao configurar a proteção por senha e usar uma solução de segurança dedicada, incluindo proteção antirroubo, você protege suas informações pessoais, fotos e contas online contra perda e uso mal-intencionado", explica.

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A Receita Federal (RF) emitiu um alerta nesta terça-feira (12) aos contribuintes para tentativas de fraude eletrônica envolvendo o nome da instituição e tentativas de aplicação de golpes via e-mail. Os links contidos nas mensagens costumam ser a porta de entrada para vírus e malwares no computador.

"Tais mensagens utilizam indevidamente nomes e timbres oficiais e iludem o cidadão com a apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, na tentativa de obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e, principalmente, financeiras", diz o comunicado.

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O órgão federal esclarece que não envia mensagens via e-mail sem a autorização do cidadão, nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A única forma de comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do centro virtual localizado em sua página na internet.

Segundo o especialista da fabricante de antivírus Kaspersky Lab, Thiago Marques, o objetivo dos cibercriminosos com o golpe é sempre o mesmo - forçar o usuário a baixar e executar um programa cuja finalidade será instalar um trojan na sua máquina.

"É a mesma tática de golpes anteriores que utiliza um tema de grande interesse da população, ainda mais nesse caso em que envolve dinheiro", afirma o analista de segurança da Kaspersky Lab. Para esclarecimento de dúvidas ou informações adicionais os contribuintes podem procurar as unidades do órgão federal.

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Cibercriminosos brasileiros estão aproveitando a greve dos caminhoneiros para disseminar golpes no WhatsApp. Em uma nova fraude, a vítima recebe um link malicioso, na esperança de encontrar uma lista de postos de gasolina em que o combustível ainda estaria disponível. Em menos de 24 horas, mais de 60 mil usuários acessaram a página falsa, segundo a empresa Kaspersky Lab.

Ao acessar o link, o usuário é redirecionado para uma página fraudulenta e, para acessar a falsa lista com os nomes dos postos que ainda têm combustível, deve inserir o estado e a cidade em que reside. Após isso, ele ainda precisa compartilhar a URL com seus contatos do WhatsApp para, só então, visualizar o documento.

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Imediatamente após compartilhar o link com seus contatos no WhatsApp, o site fraudulento irá, por meio de uma série de redirecionamentos, encaminhar o usuário para páginas que oferecem serviços premium, instalação de aplicativos ou propagandas.

"É a mesma tática de golpes anteriores que utiliza um tema de grande interesse da população, só que em um momento crítico de uma greve", afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab, Fabio Assolini.

Ainda segundo a Kaspersky, o domínio deste último golpe (oportunie.com) já foi utilizado anteriormente para hospedar outras campanhas maliciosas disseminadas via WhatsApp. Em qualquer um dos casos, o objetivo dos cibercriminosos é o mesmo - acumular lucros às custas das vítimas por meio da instalação de propagandas ou aplicativos.

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Começou a circular no WhatsApp um novo golpe virtual que promete aos usuários uma camisa da seleção brasileira de futebol, caso a mensagem seja compartilhada com até 30 amigos. Segundo a empresa Kaspersky Lab, a fraude chega até a vítima de três formas - encaminhada por um amigo, por notificações maliciosas configuradas no navegador ou por grupos.

Ao clicar no link, o usuário é direcionado para uma página, hospedada na Rússia, coincidentemente o país a receber o próximo mundial. A falsa promoção já é ativada quando a vítima compartilha o texto com três contatos. O que acontece na sequência depende do sistema operacional de cada smartphone.

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Se o sistema for iOS (iPhone), o usuário será convidado a instalar aplicativos legítimos que geram lucros aos cibercriminosos em seu telefone. No caso do Android, será oferecida a instalação de um serviço malicioso, que exibe propagandas de forma agressiva, entre outras ações.

Nos dois casos, o usuário tem seu smartphone infectado e não recebe a camisa prometida. Segundo a Kaspersky Lab, o ataque está utilizando domínios registrados e hospedados na Rússia.

"As mensagens maliciosas dessa campanha se utilizam de domínios brasileiros e russos, escritas em português nativo, porém utilizando servidores de controle hospedados na Rússia", afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini.

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No mundo digital moderno, muitas pessoas dependem dos dispositivos eletrônicos para ficar conectadas com amigos e familiares, e o mesmo acontece nos relacionamentos amorosos. No entanto, segundo o mais recente estudo da Kaspersky Lab, é preciso levar em consideração também os pontos negativos da tecnologia. Por exemplo, 55% dos casais já discutiram porque alguém usa demais seu celular ou tablet.

Segundo a pesquisa, 8 em cada 10 usuários sempre ficam em contato online com o parceiro quando estão longe um do outro e 62% das pessoas concordam que a comunicação pelos dispositivos e pela internet as ajuda a sentir-se mais próximas de seus amados, especialmente para quem namora à distância (75%).

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Por outro lado, o estudo também mostra que os dispositivos podem gerar discussões entre os casais sobre diversas questões relacionadas, como o excesso de uso e os incidentes de cibersegurança.

Por exemplo, 51% já brigaram por causa da utilização de um dispositivo durante uma refeição ou uma conversa frente a frente. Além disso, mais da metade (55%) das pessoas já discutiu com o parceiro por conta do tempo que passa usando o aparelho.

Essa porcentagem é maior (58%) para os casais que moram juntos, em comparação com 49% daqueles que namoram, mas vivem em casas separadas. Por fim, é preciso considerar os problemas de cibersegurança.

Quase um quarto (24%) dos casais já discutiu depois que uma das pessoas infectou o dispositivo com malware, e 19% brigaram depois que um dos parceiros perdeu dinheiro online por causa de um erro ou vírus. Como seria de esperar, os casais que compartilham aparelhos têm uma probabilidade significativamente maior terem atritos.

A pesquisa foi conduzida pela firma de pesquisa Toluna e pela Kaspersky Lab em janeiro de 2018 avaliou as experiências de 18 mil entrevistados de 18 países, que mantêm um relacionamento há pelo menos 6 meses e têm mais de 18 anos de idade.

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A empresa de segurança Kaspersky Lab emitiu um alerta, nesta terça-feira (27), sobre mais um golpe que está circulando pelo WhatsApp. Desta vez, os cibercriminosos prometem aos usuários um pacote de figurinhas do álbum da Copa do Mundo de 2018, que será realizada na Rússia no mês de junho. Para ganhar o brinde, porém, a vítima precisa clicar num link malicioso. Até o momento, o ataque foi registrado apenas no Brasil.

Ao clicar no link recebido, o usuário tem acesso a um site para supostamente receber o brinde com 100 figurinhas para preencher seu álbum. Para isso, ele precisa responder um questionário, compartilhar a mensagem com seus contatos e ainda fornecer seus dados pessoas.

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Segundo a Kaspersky Lab, a tática é usada para cadastrar o usuário em serviços premium sem ele estar consciente disto, ou simplesmente direcioná-lo para uma página com inúmeras propagandas. É com a exibição de anúncios que os cibercriminosos garantem a monetização do golpe.

O analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini, prevê que mais golpes com a temática devem surgir nos próximos meses. O especialista alerta ainda sobre outra tática usada pelos criminosos, que está relacionada ao aparecimento de ações promocionais realizadas por bancos e cartões de crédito, onde há sorteios de viagens e ingressos para os jogos.

"Em 2014, quando o campeonato aconteceu no Brasil, vimos os golpistas usarem essa tática muito antes da realização dos jogos. Mas nessa edição em específico, vimos que o tema não despertou muito interesse, o que fez com que esses golpes aparecessem de forma tardia", completa. As dicas para se proteger contra tais ameaças, segundo os especialistas, são simples.

O usuário deve estar sempre alerta e desconfiar de promoções e ofertas que oferecem brindes e outras vantagens, especialmente se elas chegarem via WhatsApp e e-mail. Outra boa dica é ter um antivírus instalado em seu smartphone ou computador.

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Cibercriminosos estão usando o Dia Internacional da Mulher, lembrado nesta quinta-feira (8), como isca de um novo golpe disseminado pelo WhatsApp. A mensagem promete um kit de maquiagem gratuito a quem acessar o site, e diz ainda que os homens também podem participar da suposta promoção. A fraude foi descoberta pela empresa russa Kaspersky Lab.

A Kaspersky ressalta que a temática do novo golpe é similar com as já alertadas no ano passado, como as que envolveram o nome de empresas como Walmart, Uber e Nespresso. Como de costume, a fraude pede para que os usuários compartilhem o texto com seus contatos para chegar ao maior número possível de pessoas.

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Quando a vítima clica no link indicado, ela é direcionada para um site falso com propagandas – forma usada pelo criminoso para monetizar o golpe. Em alguns casos, segundo a Kaspersky, pode até ser oferecida a instalação de um aplicativo com caráter malicioso.

Outra forma que os cibercriminosos encontraram de chegar até às vítimas foi através das notificações do navegador Google Chrome. Para isso, no entanto, é necessário que a vítima tenha concordado em receber esse tipo de alerta em algum momento, mesmo sem perceber.

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Mais uma nova campanha maliciosa está sendo propagada pelo WhatsApp. O golpe da vez promete isenção do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2018, em um suposto projeto social do governo federal. Como descobriu a empresa de segurança Kaspersky Lab, a campanha chega até às vítimas por meio de uma mensagem.

Para conseguir o benefício, porém, o usuário precisa acessar um link. Ao clicar nele, as vítimas serão direcionadas para o site da campanha, que solicita o compartilhamento da mensagem com diversas pessoas. Segundo a Kaspersky Lab, a campanha segue as mesmas táticas de outras disseminadas na plataforma - o uso de temas populares e comuns aos usuários – o que sempre acarreta em um maior número de vítimas.

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O WhatsApp, no entanto, não é o único canal de ataque envolvendo também os navegadores do PC por meio de notificações para o Google Chrome, por exemplo. "Como esse será um ano de eleições e contará com um dos maiores eventos mundiais esportivos, podemos esperar que muitos outros golpes circulando pelo WhatsApp no país, dada sua grande popularidade e facilidade de monetização por parte dos cibercriminosos", afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini.

Para não cair em golpes como este, os usuários devem sempre desconfiar de links recebidos pelo aplicativo, mesmo que a conversa não seja com um desconhecido. Segundo a Kaspersky Lab, é preciso duvidar da veracidade da mensagem, ainda mais se inclui uma promoção. Outra dica é manter um antivírus instalado no smartphone ou computador capaz de bloquear o acesso aos sites maliciosos.

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Os golpes disseminados através do WhatsApp estão com tudo em 2018 e já fizeram 2,5 milhões de vítimas somente neste mês de janeiro. Agora, mais uma fraude circula no aplicativo, desta vez prometendo um ano de plano de saúde Unimed grátis para enganar os usuários. A informação foi divulgada pelo pesquisador de segurança sênior da Kaspersky, Fabio Assolini.

Como na maioria das armadilhas compartilhadas na plataforma, o objetivo dos criminosos é um só - roubar dados das vítimas. Ao clicar no link enviado no WhatsApp para supostamente receber o benefício, o usuário é direcionado para um site onde é necessário responder três perguntas rápidas.

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Para incentivar os usuários a completarem o processo, a campanha informa a quantidade de convênios grátis disponíveis. Depois de responder às perguntas, é necessário compartilhar compartilhar a campanha com diversos amigos no WhatsApp. Desta forma, os cibercriminosos conseguem com que a fraude alcance mais vítimas rapidamente.

No Twitter, a Unimed confirmou que a campanha se trata de um golpe. "Informamos que é falsa a mensagem que está circulando em grupos de WhatsApp sobre uma campanha em que a Unimed oferece planos de saúde totalmente grátis. Pedimos que não acessem o link da mensagem pois trata-se de um vírus", disse a empresa.

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O começo de 2018 foi marcado por uma sequência de golpes no WhatsApp dos brasileiros. Os usuários continuam clicando em links maliciosos criados pelos cibercriminosos que, em muitos casos, utilizam o nome de grandes empresas para tornar a fraude ainda mais eficaz. Só neste mês foram mais de 2,5 milhões de vítimas em menos de 20 dias, segundo levantamento da empresa de segurança Kaspersky Lab.

Dentre as empresas mais recentes a terem seus nomes atrelados a golpes estão Walmart, Assaí, Caixa Econômica, Burger King, Kibon, Spotify, Banco do Brasil, Santander, O Boticário, Lojas Americanas, Senac, entre outras.

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Além de criarem promoções falsas, os cibercriminosos também têm utilizado como mote a divulgação de vagas de emprego, em diferentes plataformas, tanto para distribuir conteúdo malicioso quanto para roubar dados.

Segundo o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini, esse tipo de ataque oferecendo vagas de emprego são mais comuns no começo do ano, pois é um período em que há mais vagas disponíveis.

"Para se ter uma ideia, o link pode chegar por e-mail, rede social, SMS, WhatsApp, além das novas campanhas utilizarem o recurso de notificações dos navegadores modernos", alerta.

Para manter uma audiência cativa e assim garantir que esses usuários irão receber os novos golpes, os cibercriminosos brasileiros tem abusado do recurso de notificações do navegador, presentes tanto nas versões desktop quanto mobile do Google Chrome, o mais popular no Brasil.

Como não há previsão de diminuição desses ataques, a Kaspersky Lab levantou algumas dicas para que os usuários não caiam em mais golpes ao longo do ano. A principal delas é sempre desconfiar de links recebidos em aplicativos, ainda mais se incluir uma promoção. A recomendação é sempre confirmar no site oficial da empresa qualquer informação.

Outra dica é manter solução de segurança robusta no celular e outros dispositivos. Por fim, os usuários devem ficar ligados nas configurações avançadas do seu navegador e, sempre que puderem, negar o recebimento de notificações de sites desconhecidos.

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Os pesquisadores da Kaspersky Lab identificaram um esquema de fraude que distribuiu e instalou secretamente um software de mineração de criptomoedas, como o bitcoin, nos computadores de usuários por meio de versões piratas de programas muito usados no trabalho e no lazer, como editores de fotos e de texto.

Segundo a Kaspersky Lab, diversos sites ofereciam o download de software pirata gratuito, inclusive de utilitários e aplicativos conhecidos, para se infiltrarem nos computadores das vítimas. Os criminosos usaram nomes de domínio semelhantes aos reais. Ao finalizar o download, o usuário recebia um arquivo comprimido com um programa de mineração embutido.

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O arquivo comprimido de instalação vinha com arquivos de texto com informações de inicialização, como endereços de carteiras e pools de mineração - uma espécie de servidor que reúne vários participantes e distribui a tarefa entre seus computadores.

Depois de instalados, os mineradores começavam a funcionar silenciosamente no computador da vítima, gerando dinheiro criptografado para os criminosos. De acordo com a pesquisa da Kaspersky Lab, em todos os casos eles usaram o software do projeto NiceHash, que sofreu recentemente uma violação de cibersegurança importante.

"Embora não seja considerado malicioso, o software de mineração reduz o desempenho do sistema do dispositivo, o que inevitavelmente afeta a experiência geral do usuário. Ele também aumenta a conta de energia elétrica da vítima", disse o analista de malware da Kaspersky Lab, Alexander Kolesnikov.

"Claro, algumas pessoas podem não se importar de saber que desconhecidos estão enriquecendo às suas custas, mas recomendamos que os usuários resistam, pois mesmo não sendo realizadas usando software malicioso padrão, essas atividades são fraude", complementa.

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A Lituânia proibirá os produtos da companhia russa Kaspersky Lab, qualificados de "ameaça potencial" para a segurança do país, nos computadores de setores cruciais como energia, finanças e transportes, anunciaram nesta quinta-feira (21) as autoridades locais.

"O governo (...) reconhece que os programas Kaspersky Lab são uma ameaça potencial para a segurança nacional", indicou o ministro lituano da Defesa em um comunicado.

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As agências do governo responsáveis pela "infraestrutura crítica" devem substituir esses programas nos "prazos mais breves".

Washington proibiu o antivírus da Kaspersky Lab em suas agências federais porque se preocupava com "os vínculos que alguns responsáveis" da companhia "mantêm com os serviços de inteligência e outras agências do governo russo".

Especialistas da fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab descobriram um novo vírus incomum distribuído pela Google Play como um jogo para celulares. Segundo a empresa, além de obter direitos de acesso à raiz em smartphones Android, o malware também é capaz de assumir o controle do dispositivo, injetando um código malicioso na biblioteca do sistema. O vírus foi baixado mais de 50 mil vezes desde março de 2017, mas foi desativado pelo Google.

A Kaspersky explica que o Dvmap é distribuído na Google Play como um jogo. Para burlar as verificações de segurança, os desenvolvedores do malware carregaram um aplicativo limpo na loja no final de março de 2017. Depois, o atualizaram com uma versão maliciosa, que ficou no ar por um curto período, antes de ser substituída novamente. No espaço de quatro semanas, isso foi feito pelo menos cinco vezes.

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Na fase principal da infecção, o vírus verifica a versão do Android instalada e decide em qual biblioteca vai injetar seu código. Uma vez infiltrado, o malware pode fazer o dispositivo infectado travar. Segundo a Kaspersky, as vítimas devem fazer backup de todos os seus dados e executar uma restauração dos dados de fábrica do aparelho.

Além disso, a Kaspersky Lab recomenda que todos os usuários instalem em seus dispositivos uma solução de segurança confiável, sempre verifiquem se os aplicativos foram criados por um desenvolvedor respeitável e mantenham o software do sistema operacional e dos aplicativos atualizado.

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Pesquisa divulgada hoje (30) pela Kaspersky Lab, produtora de softwares de segurança, comprova que 96% dos usuários de internet compartilham informações pessoais e sigilosas em redes sociais.

A análise mostra que 66% das pessoas compartilham fotos e vídeos de seus filhos e 45% exibem vídeos confidenciais e fotos de outros. Estes hábitos, segundo a pesquisa, são piores entre as gerações mais jovens. “Estão tornando grandes quantidades de suas informações pessoais acessíveis a estranhos”, afirmou o órgão no relatório.

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A pesquisa descobriu que as pessoas não estão apenas compartilhando dados, elas também estão compartilhando dispositivos que armazenam seus dados. Na verdade, 6% dos brasileiros compartilhou o PIN (Personal Identification Number- Número de Identificação Pessoal) para acessar seu dispositivo com um estranho. Além disso, 21% dos entrevistados deram o seu dispositivo a outra pessoa para usar por algum tempo. 

"O compartilhamento excessivo de dados pessoais com pessoas e empresas é um hábito realmente perigoso para entrar", diz Andrei Mochola, gerente de negócios da Kaspersky Lab. "No mundo on-line de hoje, o compartilhamento de informações com outras pessoas nunca foi tão fácil e, de muitas maneiras, foi para isso que a Internet foi criada, mas ao divulgar informações importantes e sensíveis com outras pessoas com o simples toque de um botão, você renuncia o controle sobre isso, porque você não pode ter certeza de onde esses dados estão indo, e como eles serão usados. Os usuários estão literalmente colocando seus dados preciosos, e até mesmo os dispositivos que o armazenam, nas mãos de outros”, completa Mochola.

Um novo golpe vem enganando usuários brasileiros com a falsa promessa de uma promoção especial do Uber para o Carnaval. A fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab detectou a armadilha que promete R$ 100 em desconto para corridas no aplicativo de transporte alternativo. Para conseguir a vantagem, no entanto, é preciso se cadastrar por meio de um link enviado pelos golpistas.

Segundo a Kaspersky Lab, o real objetivo do suposto bônus é clonar os cartões de crédito das vítimas. De acordo com o analista sênior da empresa, Fabio Assolini, a armadilha também dá aos criminosos um crédito de R$ 20 no aplicativo caso um novo usuário se cadastre no serviço usando o código de referência da vítima, ou seja, ele lucra em dobro.

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O golpe em questão se inicia com o envio de um e-mail informando ao usuário que ele ganhou o suposto crédito de R$ 100 no Uber. O desconto, porém, só é liberado se o usuário realizar um cadastro. Ao clicar no link, a vítima é direcionada para sites falsos, criados especialmente para a campanha maliciosa.

Entre os domínios usados no ataque, vale destacar o uberdesconto.com.br e o ubercupomonline.com.br. Os sites trazem formulários em que a vítima deve informar seu número de cartão de crédito completo para completar o suposto cadastro.

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O que a morte de Bin Laden, o desaparecimento de voo MH370 da Malaysian Airlines e o nascimento do bebê real têm em comum? Todos foram notícias de interesse internacional e que geraram a curiosidade dos usuários da internet em acessar informações não oficiais, como fotos e vídeos. Não por acaso, esses eventos também foram usados como isca por cibercriminosos para espalhar, em redes sociais, campanhas maliciosas como spam e fraudes online.

Segundo o analista de segurança da fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab, Thiago Marques, os cibercriminosos se aproveitam de notícias de grande interesse para oferecer suposto acesso a detalhes que não estão disponíveis por fontes oficiais e, assim, viralizar campanhas e programas maliciosos com a intenção de infectar o maior número de vítimas possível.

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"Notícias com imagens polêmicas, especialmente em redes sociais, são frequentemente utilizados por cibercriminosos como isca que levam a sites falsos, como também para espalhar malware ou software indesejado", alerta Marques. Não é à toa que o Facebook está organizando uma grande campanha mundial para evitar a disseminação de notícias falsas em sua plataforma.

Tanto o Facebook como o Google enfrentaram críticas generalizadas por permitir que artigos de fontes não confiáveis se espalhassem durante as eleições presidenciais dos EUA e líderes europeus expressaram preocupação de que tal desinformação possa afetar os próximos eventos políticos em todo o continente.

Ainda segundo o especialista, ao clicar em links de notícias falsas, o usuário pode ser redirecionado para uma página em que, supostamente, poderá ver o vídeo, imagem ou informação. Porém, antes de acessar o site, a página pode exigir que o internauta compartilhe uma mensagem nas redes sociais e instale um plugin.

Em muitos casos, o software faz download de um programa indesejado que exibe automaticamente anúncios enquanto o usuário navega na web, a fim de gerar lucro aos seus autores. Além disso, outras campanhas podem espalhar spam e até mesmo baixar outros malwares que roubam as senhas para serviços bancários online e, portanto, o dinheiro de suas vítimas.

"A maioria dos usuários acredita em tudo o que vê ou lê na internet, sem se preocupar em verificar a autenticidade da notícia", comenta Marques. "Com isso, a internet e redes sociais tornaram-se o local perfeito para a criação e expansão de conteúdo falso e enganoso, graças à rápida capacidade de compartilhamento", completa o especialista.

As dicas para evitar cair no conto do vigário são simples, porém efetivas. Segundo a Kaspersky Lab, o usuário deve procurar informações sobre fatos diretamente em fontes oficiais. O internauta também deve evitar clicar em links de sites duvidosos. A curiosidade, nestes casos, pode causar problemas sérios. Utilizar um antivírus atualizado no computador ou dispositivo móvel também é outra atitude que pode assegurar as informações pessoais mais críticas.

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No mundo inteiro, usuários da internet ainda precisam aprender a usar senhas para se proteger online de modo eficiente. Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que as pessoas colocam sua segurança em risco ao cometer erros simples em relação aos códigos que usam, o que pode gerar consequências a longo prazo.

A pesquisa revela que 18% dos usuários já passaram por uma tentativa de invasão de conta, mas poucos deles tinham uma segurança eficiente e inteligente em vigor. De acordo com o relatório, 30% dos entrevistados usam a mesma senha em diversos serviços, o que significa que se uma delas for descoberta, todas elas poderão ser invadidas.

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"Considerando o volume de informações privadas e sigilosas que armazenamos online, as pessoas deveriam ter mais cuidado ao se proteger com eficácia utilizando senhas. Pode parecer óbvio, mas muitos parecem não perceber que cometem erros simples ao gerenciar senhas", explica o chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab, Andrei Mochola.

Isso acontece em parte porque os usuários não criam senhas fortes o suficiente para protegê-los de invasões e extorsões. Apenas metade (47%) deles usa combinações de letras maiúsculas e minúsculas nos códigos, e dois terços (64%) usam uma mistura de letras e números.

"As melhores senhas não se encontram nos dicionários. Elas devem ser longas, incluir letras maiúsculas e minúsculas, números e sinais de pontuação. Porém, como hoje as pessoas têm muitas contas online, não é fácil lembrar de uma senha segura para cada uma delas. O uso de uma solução de gerenciamento de senhas ajuda a lembrar e gerar senhas fortes para minimizar o risco de invasão de contas", aconselha.

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