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Na manhã deste sábado (23), o senador Jorge Kajuru (PRP-GO) condenou o conteúdo da reunião ministerial de 22 de abril, divulgada na sexta-feira (22) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello. A gravação faz parte do processo em que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro (também ex-juiz da Lava Jato) acusa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. 

Por meio de sua conta no Twitter, Kajuru disse ser “triste” ver um vídeo do presidente com seus ministros “onde o foco não foi a saúde de um Brasil em pandemia”. O senador também classificou como “inaceitável a confissão de interferência”, referindo-se ao trecho em que Bolsonaro cita a Polícia Federal e ministérios no vídeo

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Reunião ministerial

O vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, que antecedeu a saída de Moro do Ministério da Justiça dois dias depois, é apontado pelo ex-ministro como prova de que Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal para proteger interesses pessoais e de sua família. No vídeo, Bolsonaro se queixa de não poder mudar “gente da segurança nossa” no Rio de Janeiro e em seguida afirma que não vai esperar “f** a minha família toda, de sacanagem, ou amigos meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança na ponta da linha que pertence à estrutura nossa. Vai trocar! Se não puder trocar, troca o chefe dele! Não pode trocar o chefe dele? Troca o ministro! E ponto final! Não estamos aqui pra brincadeira". 

Bolsonaro também deu outras declarações que levantaram discussões e fortes reações na sociedade e no meio político, como ao dizer que “é fácil impor uma ditadura no Brasil” e por isso deseja armar a população. Na sexta-feira (22), o ministro do STF Celso de Mello decidiu tornar as imagens públicas no site da suprema corte, que chegou a sair do ar pelo número de acessos. 

Além da fala do presidente, outras declarações dadas na reunião chamaram a atenção e despertaram críticas. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu que o governo aproveite a atenção voltada à Covid-19 para aprovar medidas “passando a boiada e mudando todo o regramento”. Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, sugeriu a prisão de governadores e prefeitos enquanto o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que odeia a expressão “povos indígenas” e sugeriu que todos em Brasília, utilizando o termo “vagabundos”, fossem presos, incluindo os ministros do Supremo Tribunal Federal

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O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco (MPE/PE) obteve a decretação de perda do mandato de Alberes Haniery Patrício Lopes, vereador do município de Caruaru, no Agreste do estado, por infidelidade partidária. A decisão foi unânime, do Tribunal Eleitoral em Pernambuco (TRE-PE), na última terça-feira (9). O resultado é fruto de ação ajuizada inicialmente pelo Partido Republicano Progressista (PRP) e assumida posteriormente pelo MPE.

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O Ministério Público Eleitoral pediu ao TRE decretação de perda do cargo do político por desfiliação partidária sem justa causa. Alberes Lopes desfiliou-se em 6 de abril de 2018 do PRP, partido pelo qual foi eleito vereador em 2016, por pretender concorrer ao cargo de deputado estadual, nas eleições de 2018, pelo Partido Social Cristão (PSC) de Pernambuco.

Alberes Lopes procurou justificar a desfiliação afirmando grave discriminação pessoal, por falta de apoio do partido em crescimento político. Alegou possuir carta “autorizando” sua saída, assinada pelo presidente do diretório estadual, mas sem que este tivesse poderes para tanto e sem consultar o partido local.

O MPE ressaltou que a insatisfação do político com falta de espaço no PRP não prova discriminação. “A alegação de que o partido não apoiaria sua pretensa candidatura a deputado estadual não configura, por si, grave discriminação pessoal, por ser inerente à disputa e à divergência interna que são parte da vida partidária”, destacou o procurador regional eleitoral, Francisco Machado Teixeira.

Com o acórdão do TRE, o direito de assumir o cargo passa a ser de Moyses Araújo dos Santos, primeiro suplente de vereador pelo PRP. O tribunal comunicará a decisão ao presidente da Câmara Municipal de Caruaru, para empossar o suplente.

*Da Assessoria de Imprensa da PRF5

O Brasil hoje dispõe de 33 partidos políticos devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa relação de legendas, no entanto, poderá sofrer alterações, pois tramita na Corte o pedido de incorporação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos (Pode), além de requerimentos para a criação de novas agremiações e para a reinstalação de um partido extinto na década de 1960.

Até o início deste ano, havia 35 partidos com estatuto registrado no TSE. Mas esse número mudou após a Corte aprovar dois requerimentos de incorporação: o Partido Republicano Progressista (PRP) foi incorporado ao Patriota e, o Partido Pátria Livre (PPL), ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

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A possibilidade de incorporação está descrita no artigo 2º da Lei dos Partidos Políticos, segundo o qual “é livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos cujos programas respeitem a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo e os direitos fundamentais da pessoa humana”.

Pedido de criação

Também tramitam no TSE dois pedidos de criação de novas agremiações, o do Partido Nacional Corinthiano (PNC) e do Partido da Evolução Democrática (PED). Outras 73 legendas em formação já comunicaram ter iniciado seu processo. Contudo, para que tais solicitações sejam analisadas pelos ministros da Corte Eleitoral, um caminho longo ainda será percorrido por esses partidos em criação.

De acordo com a legislação, somente o partido político que tiver registrado o seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral pode participar do processo eleitoral, receber recursos do Fundo Partidário e ter acesso gratuito ao rádio e à televisão, nos termos da Lei dos Partidos Políticos, artigo 7º, parágrafo 2º.

Todavia, para participar das eleições, o registro deve ser aprovado pelo TSE até seis meses antes do pleito, e a legenda deve constituir órgão de direção, na respectiva circunscrição que pretende concorrer, até a data da convenção partidária para a escolha dos seus candidatos.

O registro do estatuto na Corte Eleitoral também assegura a exclusividade da denominação do partido, bem como de sua sigla e símbolos, vedada a utilização, por outras agremiações, de variações que venham a induzir a erro ou confusão dos eleitores.

Reinstalação

Outro pedido se junta ao rolde demandas que podem alterar a quantidade de partidos políticos no Brasil. Um requerimento protocolado no Tribunal em abril de 2019 pede a anulação de uma resolução do TSE e de todos os atos administrativos amparados no artigo 18 do Ato Institucional n° 2, de 27 de outubro de 1965, que extinguiu e cancelou os registros dos partidos da época.

Na petição, solicita-se o restabelecimento da vigência e da eficácia resolução que deferiu o registro definitivo da sigla União Democrática Nacional (UDN).

*Do site do TSE

Com ataques ao prefeito Eduardo Paes e Romário, o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho foi homologado hoje pelo Partido Republicano Progressista (PRP) para concorrer ao governo do Estado, cargo que ocupou de 1999 a 2002. Prometendo ressuscitar programas lançados no passado, como cheque cidadão e vida saudável para idosos, Garotinho também trouxe de volta um antigo jingle de campanha, mais próximo do ritmo gospel do que do samba que marcou a campanha anterior.

A volta foi um tema recorrente na convenção, assim como o ataque aos adversários de campanha. Sobre Romário, candidato do Podemos, disse até gostar como jogador, "mas não se vota no mais famoso, no mais bonito, se vota no mais bem preparado", disparou. Já para o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) o recado foi direto: "Vão botar o Eduardo Paes para soltar o Cabral (Sérgio Cabral, ex-governador do Rio que está preso)", disse, referindo-se ao apoio do MDB a Paes, que era do partido, mas migrou para o DEM para disputar o governo do Estado.

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O político prometeu que vai reativar novamente o setor produtivo do Estado, com ênfase nos setores naval, metalúrgico e do turismo, mas que também quer mudar a relação com a Petrobras, sem explicar o que pretende propor. "Vamos trabalhar para reestruturar todo o setor produtivo do Estado, com incentivos fiscais que gerem emprego, como eu fiz (quando era governador) no setor naval e metalúrgico, na CSA. Hoje há uma geração que, se não for qualificada, daqui a pouco vai existir vaga de emprego e não vai existir gente para ocupar", afirmou em seu discurso na convenção.

Ainda no discurso, Garotinho chegou a falar que pode ser assassinado durante a campanha, mas, depois, ao ser perguntado pelos jornalistas, não quis entrar em detalhes. "Tem uma pessoa que está fazendo uma colaboração e disse isso, mas não posso expor porque a pessoa está presa", afirmou a jornalistas enquanto tentava procurar seu advogado no meio das dezenas de pessoas que o cercavam.

Apoiado até o momento por quatro partidos - PRB, PROS, PMB e Patriota, Garotinho disse que vai se manter neutro nas eleições presidenciais. "A minha chapa tem cinco candidatos a presidente diferentes, então o melhor é que eu me mantenha neutro", afirmou. Enquanto o PRP apoia Álvaro Dias, o PRP de Crivella está como candidatos do PSDB, Geraldo Alckmin, e o PROS fechou com o PT pela candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Já com vice-presidente escolhido para a sua chapa, mas sem querer adiantar o nome, Garotinho descartou a possibilidade de qualquer risco de a sua candidatura ser impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Na semana passada, o ex-governador foi condenado à perda dos seus direitos políticos por oito anos pelo Tribunal de Justiça do Rio, sob acusação de improbidade administrativa, mas recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ele alega inocência e diz que isso não vai atrapalhar sua candidatura. "Não há nenhum risco, fui condenado, mas a lei é muito clara: só quando há enriquecimento ilícito é ficha suja, na condenação não citou enriquecimento ilícito", avaliou. "Isso está sendo explorado para gerar dúvidas na cabeça das pessoas", defendeu.

Garotinho foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) de participar de um esquema criminoso que desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006, quando a governadora era sua esposa, Rosinha Garotinho. Na decisão foi confirmada a dispensa indevida de licitação para contratação da Fundação Pró-Cefet, que se tornou possível depois que Garotinho, então secretário do governo Rosinha, rompeu um contrato em vigor com a Fundação Escola de Serviço Público (Fesp).

Garotinho e Rosinha também estiveram presos de novembro a dezembro do ano passado e foram soltos por habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

O Partido Republicano Progressista (PRP) decidiu em convenção nacional nesta quarta-feira, 1, em São José do Rio Preto (SP), apoiar a candidatura de Alvaro Dias (Podemos) à Presidência da República nas eleições 2018.

Mais de 50 pessoas participaram do evento - 30 convencionistas, que escolheram a coligação com o Podemos por aclamação. Para o presidente nacional do PRP, Ovasco Roma Altimari, o senador paranaense representa "equilíbrio" para o País.

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"Alvaro Dias representa o equilíbrio e a união que o Brasil precisa. O Brasil não pode mais uma vez cair na armadilha da aventura", afirmou Altimari. "Ele é ficha limpa, bom de diálogo, sensível aos problemas do povo brasileiro e humilde."

Dias deve anunciar ainda nesta quarta-feira uma aliança com Paulo Rabello de Castro (PSC). Os dois estão reunidos na sede do PSC, em Brasília, e devem se pronunciar após o encontro. Há expectativa de que Rabello seja definido como vice em chapa com o senador.

"A essa altura do campeonato, nenhum candidato faz visita ao outro se não for para somar forças", disse Rabello mais cedo ao Estadão/Broadcast. "Essa composição é que nem cebola, tem várias camadas. O núcleo é programático, aqui ninguém está falando de segundo, minuto ou cargo."

Apesar de liderar as pesquisas de intenções de votos, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não aparece como presidenciável, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) tem enfrentado dificuldades para firmar alianças e endossar o palanque com o qual disputará à Presidência da República. Às vésperas do início das convenções partidárias, duas siglas - PR e PRP - negaram-se a integrar a chapa de Bolsonaro deixando assim uma lacuna na vaga de vice-presidente.  

A rejeição tem levantado uma discussão sobre a força política do deputado, já questionada por cientistas políticos. Mas Bolsonaro, por sua vez, tem reagido as críticas sobre o assunto e dito que o partido dele é o povo e a escolha do vice também será neste sentido. 

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“Não tenho obsessão pelo Poder. Queremos fazer diferente. Se for para fazer igual a todos estamos fora sem problema algum. A escolha é dos eleitores”, declarou em publicação no Twitter na manhã desta quinta-feira (19). “O nosso partido é o povo brasileiro e não os líderes partidários que representam o atual sistema no Brasil”, completou.

Do PR era esperado que o senador Magno Malta (ES) fosse o candidato a vice, mas alternativa não decolou. Já do PRP, o rumor era de que o general da reserva Augusto Heleno (DF) assumisse a vaga. Dentro do PRP, a presidente da sigla no Rio de Janeiro, Eliane Cunha, chegou a dizer que “Bolsonaro não combina” com as ideologias do partido.

O fato de não ter conquistado ainda o vice, segundo Bolsonaro, não pode ser usado para descredibilizar a candidatura dele.  “A maioria da imprensa cria falsa narrativa como se tivesse sido descartado por fulano e cicrano. Jamais me comprometi com nenhum dos citados. Sempre deixei claro que meu partido é o povo e agora tentam desonestamente inverter a situação para mais uma vez nos descredibilizar”, cravou. 

O indicativo agora é de que a chapa de Bolsonaro seja 'puro sangue', ou seja, montada apenas por integrantes do PSL. A advogada e autora do processo que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Janaína Paschoal (PSL), é uma das opções. 

O general da reserva Augusto Heleno (PRP-DF) disse, nesta quarta-feira (18), que não será o vice na chapa do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). A informação é do jornal Folha de São Paulo. A expectativa no PSL era de que o nome do militar fosse anunciado pelo presidenciável ainda hoje. O general disse que não interessa ao PRP ocupar a vaga de vice do PSL.  

“Entendi o argumento (do partido) porque depende de deputados federais. O vice não acrescenta tempo de TV. Essa candidatura não é atraente para os diretórios estaduais do partido”, disse Augusto Heleno. 

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Apesar disso, ele pontuou que segue apoiando a candidatura de Bolsonaro ao comando do Palácio do Planalto. Jair Bolsonaro foi cadete do general Augusto Heleno quando integrava as Forças Armadas. 

Agora o PSL volta a procurar outras alternativas para preencher a vaga. Na semana passada, o senador Magno Malta (PR) que era um dos mais cotados para vice de Bolsonaro, foi descartado por dificuldades em uma eventual aliança entre PSL e PR. A advogada e autora do processo que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Janaína Paschoal (PSL), é uma das opções. 

Nesta terça (26), o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) oficializou a coligação com o Partido Republicano Progressista (PRP), em Paulista, para a disputa da próxima eleição. A aliança formada irá apoiar a reeleição do prefeito Junior Matuto (PSB) e do vice Jorge Carreiro (PCdoB). A convenção aconteceu na Câmara de Vereadores da cidade e também definiu os 23 candidatos a vereadores, que concorrerão ao pleito.

O presidente da Câmara frisou, durante o evento que “não se pode pensar em ir para rua pensando na vitória e deixar de pedir o voto para o prefeito Junior Matuto. Temos que eleger ele para que a nossa cidade continue avançando”, declarou.

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O prefeito Junior Matuto, rebatendo as críticas da oposição, vem reiterando que os candidatos que tiverem apenas acusações não terão voz com o eleitor. “O povo que saber de propostas”, declarou o socialista.

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), participou, na manhã deste sábado (19), do 4º Congresso Republicano Progressista Regional do PRP. O evento contou a presença do presidente nacional do PRP, Ovasco Resende, que falou em “simpatia” à ideia de manutenção da aliança com o PSB nas eleições de 2016. O prefeito Geraldo Julio destacou a parceria de primeiro momento que o partido teve com a sua gestão, além da aliança importante que os republicanos mantêm com os socialistas a nível nacional, estadual e municipal.

“É fundamental saber que posso contar com o PRP no grupo de forças que apoiam a minha gestão. O PRP tem estado ao nosso lado em momentos importantes. Foi o primeiro partido a se colocar a disposição para ajudar com o projeto que Eduardo Campos tinha para o Brasil e tenho certeza que ainda vamos fazer muitas parcerias produtivas para o povo”, destacou Geraldo.

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Resende, por sua vez, disse que a afinidade entre os partidos é clara e que existe “simpatia” para a manutenção da aliança. “As discussões ainda estão em andamento em todo o Brasil, mas o PSB é um partido que dá muita atenção aos nossos quadros e nossas ideias e onde houver condições para mantermos a parceria, é natural que isso aconteça”, avaliou.

O deputado federal Betinho Gomes (PSDB) criticou a atitude de alguns colegas que já se articulam para criar uma Proposta de Emenda à Constituição que permita a reeleição de todos os membros que compõem a Mesa Diretora da Câmara Federal. De acordo com ele, a construção da matéria está sendo liderada pelo deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PRP-MG). 

"É uma postura incompatível diante da dimensão da Câmara Federal, que não deve adotar uma prática ultrapassada e que não apresentou resultados positivos ao legislativo onde está sendo adotada. É um retrocesso", disparou o tucano, ao ser abordado pelo mineiro para assinar o documento. 

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Betinho Gomes afirmou não apoiar a proposta.  Para ele, a alternância de poder é imperativa numa instituição de tamanha importância como a Câmara Federal. "Sou contra a reeleição da Mesa e vou defender que a  bancada do PSDB se posicione contrário a essa manobra", assegurou.

Uma audiência pública na Câmara Municipal do Recife, nesta quarta-feira (22), vai discutir um pleito polêmico dos taxistas da Região Metropolitana e de cidades do interior do estado que não podem circular pela capital pernambucana realizando embarques. O encontro, proposto pelo vereador Aerto Luna (PRP), pretende encontrar sugestões para resolver o problema. A reunião está agendada para as 9h.

“Entendemos que a solução do problema passa pela vontade política desta Casa e dos gestores municipais para juntos encontrarmos o entendimento sem prejuízo para o usuário”, frisou o vereador. O evento será aberto ao público e é esperada a presença de representantes da sociedade civil organizada.

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Foram convidados para participar da audiência pública órgãos como: Detran, Procon, prefeituras da RMR, Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), governo estadual, sindicatos e associações de taxistas. 

Morreu na tarde desta quinta-feira (12), o vereador de Serra Talhada, Cícero Fernandes da Silva, conhecido como Cição (PRP-PE). O parlamentar foi alvejado por três balas por volta das 11h30 de hoje, quando estava próximo à rodoviária da cidade, no bairro de São Cristovão. Após o crime ele chegou a ser levado para o Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam), mas não resistiu aos ferimentos. 

Segundo o escrivão da Delegacia de Serra Talhada, Lauro Cardoso, as apurações estão sendo feitas, mas a equipe de polícia ainda está em diligência buscando averiguar os motivos do assassinato e a identificação do culpado. Por isso, não foi repassada a linha de investigação do caso, nem a possibilidade de ser ou não, crime político.

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Em clima de festa, os partidos que compõem o G6 (PSL, PSDC, PRP, PHS, PRTB, PTN), além de PPS, PV e SDD, oficializaram, neste domingo (29), as candidaturas que vão disputar as chapas proporcionais das legendas. Na convenção conjunta, realizada no bairro da Benfica, na área central do Recife, as siglas também reforçaram o apoio à chapa majoritária da Frente Popular, que tem Paulo Câmara (PSB) como candidato ao governo do estado, Raul Henry (PMDB) como vice, além de Fernando Bezerra Coelho (PSB) como postulante ao cargo de senador.

No ato, a chapa “Juntos pelo Imposto Único”, como é denominado o G6, homologou 50 postulações para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e 34 para a Câmara Federal. Além dos seis partidos, o PPS marchará no 'chapão' com quatro candidaturas a deputados federais e, no âmbito estadual, configurando uma pequena chapa junto com o PHS e o PSL, disputará com 20 candidaturas. O 'Chapão', além do G6 e o PPS, também é composto pelo PV e o SDD - criando assim uma nova denominação o G9. Entre os nomes estão na disputa Rogério de Lucca (PSL), o vereador de Olinda, Arlindo Siqueira (PHS); além do vereador do Recife, Raul Jungmann (PPS). 

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Diferentemente do habitual, Jungmann, ao discursar, pregou a continuação do governo do PSB no Estado. “Esta caminhada é rumo à continuidade ao que foi feito por Eduardo Campos em Pernambuco. Este palanque que se integra na luta de Paulo Câmara e de Fernando Bezerra Coelho”, afirmou. “Queremos mudar e continuar”, acrescentou disparando críticas sobre o governo do PT, o Caso do Mensalão, a Copa de Mundo e as fraudes na Petrobras. 

O PSL, além do apoio local ao PSB, também oficializou a participação no palanque nacional com o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Para o presidente da nacional da legenda e candidato a deputado federal, Luciano Bivar, o país precisa recuperar a moral e os bons costumes. “Pedimos um voto puro para que este país recupere a moral que acabou. Vamos fazer valer um Brasil melhor, de mais oportunidades e justiça”, cravou o empresário. “É um momento decisivo na política nacional para que não haja uma ditadura do governo vigente”, acrescentou o dirigente.

Representando a Frente Popular na convenção, Fernando Bezerra Coelho disse acreditar na eleição de, pelo menos, dois deputados federais e seis estaduais pela chapa. “O dia de hoje é histórico para a política de Pernambuco. Esta engenharia política mostra a força do nosso palanque. Os apoios oficializados hoje fortalecem a nossa confiança de que vamos eleger 20 deputados federais e 40 estaduais. Estes partidos contribuem, agora, efetivamente com o nosso palanque, além da contribuição que já estão dando a construção do programa de governo”, ressaltou Bezerra Coelho. 

O candidato, que também é um dos vice-presidentes nacional do PSB, recebeu o apoio do PSL em nome de Campos. “Eduardo não pode vir, mas me pediu para que estivesse aqui junto com Bivar. Ontem, na convenção nacional, vimos um momento muito importante. O PSL amplia um pouco mais o tempo de televisão de Eduardo, estamos contabilizando e ele poderá ficar com três minutos. Um tempo bom para divulgar as nossas propostas”, avaliou o ex-ministro. 

O PSB realiza nesta, sexta-feira (28), o Congresso Nacional Extraordinário – órgão correspondente a Convenção Nacional, que formalizará a chapa presidencial Eduardo Campos e Marina Silva. O evento ocorrerá das 9h às 12h30 no Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB, em Brasília.

Além de Eduardo Campos e Marina Silva, também farão pronunciamentos os presidentes do Partido Popular Socialista (PPS), Roberto Freire) , Partido Pátria Livre (PPL), Sérgio Torres, Partido Republicano Progressista (PRP), Ovasco Resende, e Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Eduardo Machado.

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De acordo com o primeiro-secretário Nacional do PSB e presidente da Fundação João Mangabeira (FJM), Carlos Siqueira, o Congresso Extraordinário será realizado em conjunto com os partidos aliados: REDE-PPS-PPL-PRP e PHS. “A Chapa Unidos pelo Brasil homologará os nomes Eduardo Campos para a presidência da República e Marina Silva para a vice-presidência”, explicou. As eleições presidenciais ocorrerão no dia 5 de outubro.

Já confirmaram presença mais de mil delegados de todos os Estados do País.

Nesta terça-feira (27), o pré-candidato da Frente Popular de Pernambuco ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), junto ao candidato ao Senado, Fernando Bezerra Coelho (PSB), participam de plenária no bairro da Imbiribeira organizada pelo vereador Aerto Luna (PRP). O ato está previsto para as 19h30, na Rua Engenheiro José Apolinário, 410, Imbiribeira (próximo à padaria Miramar).

O ex-governador e pré-candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), conseguiu o apoio de mais um partido para a disputa majoritária deste ano. O Partido Republicano Progressista (PRP) estará ao lado do líder do PSB na corrida eleitoral. 

O presidente do PRP, Ovasco Resende, justificou a escolha por achar que o Partido Socialista Brasileiro “representa uma proposta de renovação política”.

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O progressista considera o seu partido independente e, por isso, tem liberdade de escolher, o melhor quadro para apoiar no pleito. Cogitava-se que a sigla estaria ao lado do senador e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), mas a legenda preferiu subir no palanque do PSB.

A aliança com o PSB, segundo o líder do PRP se dá pelo fato que Eduardo Campos, enquanto governador de Pernambuco se preocupava com a família. 

Campos e Aécio ainda lutam por conquistar a simpatia de outros partidos nanicos para fazer parte da suas respectivas coligações no pleito deste ano. Apesar de alguns pontos divergentes, as duas siglas (PSB e PSDB) ainda mantém, pelo menos na teoria, o pacto de não-agressão. 

O evento de oficialização do apoio de PHS e PRP à pré-candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência, realizado nesta sexta-feira na Câmara Municipal de São Paulo, foi marcado por discursos inflamados e trocas de elogios. O vereador do PHS, Laércio Benko, que é pré-candidato ao governo paulista, fez deferências ao governo de Campos em Pernambuco e pediu que sua filha pequena, Eduarda, entregasse um presente a Campos no palanque.

"(Campos) está dando a cara a tapa para ser o próximo presidente da República", disse Laércio em seu discurso. O vereador também fez questão de ressaltar que a aliança em torno de Campos e Marina Silva é programática. "Aqui não tem militância de holerite", disse.

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Campos dedicou o início do seu discurso a um reconhecimento aos novos companheiros de coligação. "Sabemos que a chegada de vocês é a chegada de quem poderia estar em outro porto", disse o ex-governador. "Vocês podiam fazer o caminho da partilha de cargos, mas vocês optaram pela labuta difícil, dura." A coligação presidencial de Campos agora conta com os partidos PSB, PPS, PPL, PHS e PRP, além da Rede de Marina Silva, que apesar de não ser formalmente um partido é assim considerado entre a base. Com essa configuração, Campos alcança quase 2 minutos em tempo de televisão.

Críticas

Campos também dedicou grande parte do discurso a críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff. Ele falou das manifestações de rua, como evidência de que a população quer mudança, e disse que os protestos foram uma "segunda chance" dada à presidente que ela não soube aproveitar. "Quando o povo foi para as ruas foi uma segunda oportunidade que o povo deu para o governo, de fazer do limão a limonada, mas o governo achou melhor esconder os problemas", afirmou o pré-candidato.

Campos criticou ainda as recentes propagandas do PT, em que, segundo ele, o partido usou o "marketing" para passar mensagens de "medo" à população. "As medidas vieram a reforçar a velha política dentro do governo", disse.

O presidente do PSB em São Paulo, deputado federal Márcio França, disse nesta sexta-feira que ainda não há definição quanto à candidatura da coligação encabeçada por PSB e Rede no Estado, mas que o pré-candidato à Presidência Eduardo Campos está percebendo que "candidaturas pequenas" nos Estados podem não ser úteis à campanha nacional.

"Eduardo tem se convencido cada vez mais de que candidaturas muito pequenas podem representar um atraso", disse França ao Broadcast Político, em referência ao plano, defendido pela Rede de Marina Silva, de a coligação ter candidatura própria ao governo de São Paulo.

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O PSB paulista é amplamente favorável ao apoio à reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin ainda no primeiro turno, já os "marineiros" defendem o lançamento de uma candidatura própria. Enquanto os pessebistas apostam que o eleitor do PSDB em São Paulo poderia ter alguma resistência no cenário federal ao mineiro Aécio Neves e poderia votar em Alckmin para o governo do Estado e em Campos para Presidência, os integrantes da Rede acreditam que seria uma incoerência apoiar Alckmin ainda no primeiro turno.

Segundo França, a única certeza no momento é que a discussão vai ser levada "até o último minuto" antes da convenção, que ocorrerá no fim de junho. Ele ponderou ainda que é uma decisão de extrema importância, já que se trata do maior colégio eleitoral do País e onde, historicamente, o PT de Dilma Rousseff não conquista mais que 30% a 40% dos votos válidos.

Eduardo Campos, que estava com França no evento de oficialização do apoio do PRP e do PHS, na Câmara de Vereadores de São Paulo, não quis tocar muito no assunto. Sobre a definição em São Paulo, limitou-se a dizer: "Continua tudo na mesma".

O prefeito de Coari, Adail Pinheiro (PRP), deverá se entregar neste sábado (8) à polícia. A prisão preventiva dele e de mais cinco pessoas acusadas de exploração sexual infantil foi decretada nesta sexta-feira (7) pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) Djalma Martins. Ele acatou o pedido do Ministério Público do Estado.

O processo tramita em segredo de Justiça. O prefeito é suspeito da prática de crimes sexuais contra crianças entre 9 e 11 anos naquele município e já havia sido preso nos anos de 2007 e 2009 e respondido sobre o assunto à CPI da Pedofilia na Câmara.

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Contra ele tramitam pelo menos 70 ações na Justiça do Amazonas. Apesar da gravidade de algumas das acusações, os processos estão parados à espera de julgamento. O assunto voltou à tona nesta semana, após reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo.

A lentidão nos processos chamou a atenção da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que pediu o afastamento do prefeito do cargo. Segundo ela, há várias denúncias de "coação de testemunhas" e deveria ainda ser estudado o envio do caso para a Justiça Federal. Vítimas também alegam que o poder do prefeito e de pessoas ligadas a ele contribuiriam com o atraso nos processos.

Em 2006, a Polícia Federal começou a investigar Pinheiro por indícios de desvio de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Com base nas escutas telefônicas autorizadas é que surgiram as denúncias de pedofilia.

O advogado de Adail Pinheiro, Alberto Simonetti, ressaltou que não tinha conhecimento de que a prisão de seu cliente havia sido decretada. "Só irei me pronunciar quando tiver o documento em minhas mãos." Simonetti chegou a ingressar nesta sexta-feira (07) na Justiça com um "pedido de garantia da integridade de seu cliente", para garantir que o prefeito não fosse preso.

Segundo o procurador-geral do Ministério Público amazonense, Francisco Cruz, o pedido de prisão teve por base informações da força-tarefa enviada ao município de Coari no ano passado. "Tomamos essa decisão para garantir a ordem pública, evitar que novas vítimas sejam molestadas e testemunhas sejam ameaçadas. Além do prefeito de Coari, outras cinco pessoas, entre elas agentes públicos, foram denunciadas por meio dessa ação."

CPI - Na quinta-feira (6), 19 deputados estaduais assinaram o requerimento para a criação e instalação de uma CPI da Pedofilia no Estado. O procedimento será analisado na próxima semana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Os partidos PSL, PRP, PRTB, PSDC, PTdoB e PHS oficializaram a criação de um novo bloco político denominado de G6. As seis legendas se uniram com o intuito de fortalecer as chapas para deputados estadual e federal, com a maior possibilidade de eleição. Além disso, segundo eles, também há possibilidades das siglas lançarem um nome para disputar o Governo de Pernambuco. 

“Todos nós temos uma quantia de voto mais modesta do que essas chapas maiores e a chance de eleição diminui efetivamente. O objetivo é, em primeiro lugar, eleger deputados federais e depois estaduais”, explicou, em conversa com o Portal LeiaJá, o pré-candidato a Câmara Federal e presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. 

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O lançamento oficial do G6 aconteceu nessa quarta-feira (29) e mesmo integrando a base do governo, não descartaram a possibilidade de configurar a terceira via na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. “Vários partidos, como o próprio governo não tem nenhum candidato definido. Se for o caso, para obter ganhos eleitorais e tempo de TV, lançaremos candidatura própria. Mas não temos nada definido e não temos pressa”, sinalizou Bivar. O PSL já foi citado pelo governador Eduardo Campos como um dos partidos que serão procurados para integrar as diretrizes do programa de governo na disputa presidencial. 

Ainda de acordo com o pré-candidato, o G6 vai se reunir mensalmente para definir estratégias de campanha e articular quais serão os nomes para a disputa. A expectativa do bloco é eleger dois ou três deputados federais e até oito estaduais. “Temos 550 mil votos em testes pretéritos. Não é invenção. São números de eleições reais para prefeitos, vereadores e deputados”, garantiu Bivar. Atualmente, em Pernambuco, o G6 tem 156 vereadores, dois prefeitos, um vice e um deputado estadual.

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