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Incluídos à revelia no acordo de livre-comércio com a UE, os produtores brasileiros de vinhos receberão ajuda do governo nos próximos anos. O pacote em negociação é amplo e inclui desde a criação de um fundo para a modernização do setor até a redução de impostos, segundo três fontes a par das tratativas ouvidas pelo 'Estado'.

Os europeus faziam questão de incluir no acordo a abertura do mercado de vinhos no Mercosul. Os produtores brasileiros resistiam sob argumento de que os europeus recebem subsídios e têm acesso a financiamentos que os colocam em vantagem na hora de competir.

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O governo, antevendo que a inclusão do setor seria necessária para fechar o tratado, iniciou as conversas com representantes dos produtores há algumas semanas na tentativa de diluir as resistências por parte dos produtores. As negociações foram conduzidas pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mas tiveram aval da equipe econômica, comandada pelo Ministro Paulo Guedes.

Segundo uma fonte do Palácio do Planalto, o governo formatou um "pacote de produtividade irrecusável" para o setor. Ficou acertado que, de pronto, será assinado um acordo de cooperação técnica com a indústria do vinho, prevendo a criação de um fundo para financiar a modernização da indústria. Esse fundo terá recursos de empresas do setor, a princípio.

Mas o plano é aproveitar ainda instrumentos que já existem hoje, como seguro agrícola, e também direcionar ao setor recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), segundo uma fonte do Ministério da Economia.

O governo prometeu também analisar como poderá reduzir os impostos que incidem sobre insumos, como rolha, garrafa e sumo da uva, e para o maquinário, além de estudar de que forma pode melhorar as condições de financiamento hoje para o setor.

"Temos uma demanda histórica ao governo brasileiro pedindo a redução dos impostos. Com o acordo com a UE, a nossa situação se agravará. Nosso receio não é com a concorrência. Vamos concorrer com o subsídio europeu e com alta carga tributária interna. Em cima de uma garrafa de vinho, 55% são impostos. Vira uma concorrência desleal", diz Oscar Ló, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).

No acordo fechado em Bruxelas, o Mercosul se comprometeu a zerar as tarifas de importação para vinhos europeus em até doze anos.

As conversas com o setor vitivinícola estão avançadas, mas o setor de laticínios também pode conseguir compensações. Segundo um integrante do governo, no acordo, os produtos da UE, como queijos, terão alíquota zerada em até oito anos.

Procurados, o Ministério da Economia e a Casa Civil não comentaram. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Receita Federal apreendeu 346 garrafas de vinhos de alto padrão não declaradas no Porto de Suape, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). A carga está avaliada em mais de R$ 100 mil.

Além das garrafas de vinho, também foram apreendidas 168 latas de polpa de tomate não manifestadas no conhecimento de carga. O material estava inserido em um contêiner com carga de moldes e equipamentos para fabricação de mesas e cadeiras plásticas.

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Segundo a Receita Federal, a empresa importadora sofrerá o perdimento das mercadorias não declaradas e incompatíveis com a atividade da empresa, que é produção de artefatos de material plástico. A empresa pode ainda responder a uma representação fiscal para fins penais junto ao Ministério Público Federal pelo crime de descaminho, que é a tentativa de entrar com produtos no país sem o pagamento dos devidos impostos.

A carga declarada será analisada e poderá ser liberada para importação caso não tenha contribuído para ocultação dos produtos irregulares. As mercadorias apreendidas foram detectadas em equipamento de raio-x.

Alheio ao cenário de contingenciamentos e corte de gastos na administração pública, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu os cofres para despesas que envolvem a rotina da Corte. Entre os gastos previstos pela gestão do ministro Dias Toffoli - estimados em R$ 29,5 milhões -, estão a compra de veículos blindados, a troca de aparelho de telefone fixo, a reforma no gabinete da presidência do tribunal e refeições com lagosta e rótulos de vinhos agraciados com premiações internacionais.

No caso do controverso "edital da lagosta e do vinho", a compra de R$ 481,7 mil foi contestada em ações populares na Justiça, mas acabou liberada. Em gestões passadas, o próprio refeitório do Senac frequentado pelos servidores do Supremo (contratado por R$ 30 mil) era usado para as refeições especiais de convidados. O STF alega que a aquisição reproduz contrato semelhante firmado pelo Itamaraty, mas um ministro ouvido reservadamente aponta que o tribunal não costuma receber autoridades para jantares, o que não justificaria a despesa.

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Conforme revelou o jornal O Estado de São Paulo, a compra foi criticada em texto compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro pelo WhatsApp, que afirma que as lagostas do STF são "só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário".

Levantamento feito pela associação Contas Abertas a pedido do jornal aponta que durante a presidência da ministra Cármen Lúcia, antecessora de Toffoli no comando do STF, a média mensal das despesas discricionárias ficou em R$ 13,142 milhões - são os gastos não obrigatórios, que incluem o custeio da máquina pública, investimentos e pagamentos de programas. Já na gestão Toffoli, o valor subiu para R$ 15,625 milhões por mês, o que representa um aumento de R$ 2,48 milhões.

Um dos maiores projetos é a mudança dos estúdios da TV Justiça e da Rádio Justiça para um prédio a ser reformado pela Aeronáutica. O custo estimado é de R$ 17 milhões.

Apesar das tratativas em andamento, um relatório interno da diretoria da TV Justiça, obtido pelo Estado, aponta para os riscos com a transferência para o novo endereço. "O parque técnico da TV Justiça está obsoleto e corre um grande risco de não funcionar, caso seja desligado e religado em um novo local, com o perigo real de perda de arquivos de imagens e outros dados", diz o documento.

O STF alega que, como o projeto não foi concluído, "não é possível apontar valores globais", mas defende o investimento. "As melhorias nos canais de comunicação pública do STF serão custeadas com remanejamentos internos no orçamento", observou o tribunal (mais informações abaixo). Para um segundo ministro ouvido pela reportagem, Toffoli busca deixar um "legado" em sua gestão, tal como o rei Luís XIV, na França. "É só ver Versalhes", diz esse magistrado, em referência ao palácio do "Rei Sol".

Enquanto discute um novo prédio para abrigar a TV Justiça, o Supremo prepara mudanças em sua sede, abrindo edital para a restauração das esquadrias das fachadas por R$ 6,5 milhões. O objetivo é reforçar a segurança das janelas, que ganharão vidros mais resistentes.

A preocupação com a segurança também levou o tribunal a comprar, por R$ 2,8 milhões, 14 novos veículos blindados do modelo Ford Fusion SEL, que serão usados pelos ministros em Brasília, repetindo prática adotada no Rio e em São Paulo.

A lista de gastos do Supremo inclui ainda a substituição de aparelhos telefônicos por até R$ 2,3 milhões. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, "para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica".

O próprio gabinete da presidência do Supremo foi "repaginado" na gestão de Toffoli e passou por uma reforma de R$ 443.908,43 que incluiu um chuveiro e a substituição de carpete por piso frio. O carpete retirado foi instalado em 2001 e provocou alergia no presidente do Supremo.

Gestão Toffoli reduziu custos em 36%, afirma tribunal

A Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal (STF) informou ao Estado que a gestão do presidente Dias Toffoli tem adotado um conjunto de medidas para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços, por meio de renegociações e mudanças de contratos, com economia de até 36% sobre valores iniciais. De acordo com o tribunal, as despesas do Supremo são definidas em conformidade com "o planejamento estratégico" da Corte.

Sobre as mudanças nas instalações da TV Justiça e Rádio Justiça, o STF alegou que "como o projeto de transição não foi concluído, não é possível apontar valores globais para essa operação, para a qual ainda não foi realizada nenhuma licitação". A Aeronáutica, por sua vez, informou que o valor exato da obra só poderá ser determinado após a conclusão do projeto, ainda em fase de elaboração.

De acordo com a assessoria do Supremo, a troca no sistema de telefonia permitirá a economia anual de R$ 100 mil. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, "para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica e nem de reparos técnicos, por conta da indisponibilidade de peças e de sistemas".

O novo contrato de telefonia prevê sistema de call center para atender aos advogados de todo o País, videoconferência com gravação e comunicação remota entre servidores do STF. Os aparelhos antigos deverão ser doados.

O tribunal também reiterou que o contrato de alimentação de R$ 481 mil - conhecido como o "edital da lagosta" - reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores, já analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União.

Ao defender o edital na Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU) sustentou que o Supremo realiza "diversos eventos institucionais" com representantes dos outros Poderes e agendas institucionais com autoridades, tribunais e organismos internacionais. "Neste ano de 2019, o STF realizará eventos setoriais no âmbito da Presidência pro tempore brasileira do Mercosul e da cúpula dos Brics", sustentou a AGU.

O STF afirmou ainda que economiza R$ 6 milhões por ano com o não preenchimento de cargos. "É por conta do êxito dessas medidas que o tribunal conseguiu economizar R$ 46 milhões do orçamento para 2018", disse a assessoria do tribunal.

As despesas do STF

A Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal (STF) informou ao jornal O Estado de São Paulo que a gestão do presidente Dias Toffoli tem adotado um conjunto de medidas para reduzir gastos e melhorar a prestação de serviços, por meio de renegociações e mudanças de contratos, com economia de até 36% sobre valores iniciais. De acordo com o tribunal, as despesas do Supremo são definidas em conformidade com "o planejamento estratégico" da Corte.

Sobre as mudanças nas instalações da TV Justiça e Rádio Justiça, o STF alegou que "como o projeto de transição não foi concluído, não é possível apontar valores globais para essa operação, para a qual ainda não foi realizada nenhuma licitação". A Aeronáutica, por sua vez, informou que o valor exato da obra só poderá ser determinado após a conclusão do projeto, ainda em fase de elaboração.

De acordo com a assessoria do Supremo, a troca no sistema de telefonia permitirá a economia anual de R$ 100 mil. Serão substituídos 1.250 aparelhos (de um total de 2.400) que foram comprados em 2010, "para os quais já não há mais possibilidade de atualização tecnológica e nem de reparos técnicos, por conta da indisponibilidade de peças e de sistemas".

O novo contrato de telefonia prevê sistema de call center para atender aos advogados de todo o País, videoconferência com gravação e comunicação remota entre servidores do STF. Os aparelhos antigos deverão ser doados.

O tribunal também reiterou que o contrato de alimentação de R$ 481 mil - conhecido como o "edital da lagosta" - reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores, já analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União.

Ao defender o edital na Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU) sustentou que o Supremo realiza "diversos eventos institucionais" com representantes dos outros Poderes e agendas institucionais com autoridades, tribunais e organismos internacionais. "Neste ano de 2019, o STF realizará eventos setoriais no âmbito da Presidência pro tempore brasileira do Mercosul e da cúpula dos Brics", sustentou a AGU.

O STF afirmou ainda que economiza R$ 6 milhões por ano com o não preenchimento de cargos. "É por conta do êxito dessas medidas que o tribunal conseguiu economizar R$ 46 milhões do orçamento para 2018", disse a assessoria do tribunal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O 158º leilão de vinhos do Hospices de Beaune, na região francesa de Borgonha, bateu um recorde histórico pelo segundo ano consecutivo, superando os 14 milhões de euros - anunciaram os organizadores.

A venda aconteceu no domingo (18) à noite e chegou a 14.199.250 euros, seu "melhor resultado", indicaram em um comunicado conjunto o Hospices de Beaune e a casa de leilões Christie's.

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Este famoso leilão beneficente já havia batido recorde no ano passado, com 12,3 milhões de euros. "Um Bâtard-Montrachet Grand Cru foi vendido por 135.000 euros (...), o preço mais alto já alcançado por uma garrafa de vinho", acrescenta o comunicado.

Dois barris de 228 litros (as chamadas "peças dos presidentes") foram vendidos por 230.000 euros em benefício de três associações. Esse montante foi bem abaixo dos 420.000 euros do ano passado.

O brasileiro Alaor Lino levou este lote junto com um comerciante de Borgonha. "É um prazer contribuir para as associações que merecem, mas quem oferece este dinheiro também receberá um vinho muito bom", disse Lino.

Este ano, o leilão incluiu um número recorde de 828 "peças" de vinho. As fincas vitícolas do Hospices de Beaune, de cerca de 60 hectares, são resultado de doações ao longo dos séculos. Essa instituição foi fundada como hospital no século XV.

Beber, mesmo que seja apenas uma taça de vinho ou um copo de cerveja por dia, é um risco para a saúde, segundo um amplo estudo sobre a frequência e o impacto do consumo de álcool, responsável por três milhões de mortes por ano no mundo.

Uma em cada três pessoas que consomem álcool morre por ano em decorrência de problemas de saúde relacionados à bebida. Destes, 2,2% são mulheres e 6,8%, homens, segundo um estudo que advoga pelo "zero álcool".

O mundo conta com 2,4 bilhões de bebedores, 63% deles homens.

O estudo, publicado na sexta-feira pela revista médica The Lancet, avalia os níveis de consumo de álcool e seus efeitos na saúde em 195 países entre 1990 e 2016. O álcool causou 2,8 milhões de mortes em 2016, assinala a pesquisa.

Em 2016, o consumo de álcool era o sétimo fator de risco de morte prematura e de invalidez no mundo, e a principal causa de morte entre as pessoas com entre 15 e 49 anos (acidentes em estrada, suicídios, tuberculose).

As bebidas alcoólicas estão relacionadas com uma em cada 10 mortes desta faixa etária.

A partir dos 50 anos, o câncer representa a principal causa de mortes associadas ao álcool.

Beber um copo por dia durante um ano aumenta em 0,5% - entre as pessoas de 15 a 95 anos - o risco de sofrer um dos 23 problemas relacionados com o álcool: câncer, doenças cardiovasculares, AVC (acidente vascular cerebral), cirrose, acidentes, violência, consideram os autores.

Isto significa que a taxa de mortalidade no mundo aumenta em 100.000 casos por ano por um copo por dia, detalha a médica Emmanuela Gakidou, do Instituto de Metrologia e Avaliação da Saúde (IHME, Universidade de Washington), coautora do estudo.

"Os riscos para a saúde associados ao álcool são enormes", assegura.

Segundo Gakidou, esses resultados reforçam outras pesquisas recentes, que destacaram "correlações claras e convincentes entre o consumo de álcool e a morte prematura, o câncer e os problemas cardiovasculares".

"O mito de que um ou dois copos por dia é bom é apenas um mito", aponta.

Apenas o "álcool zero" minimiza o risco global de doenças, ressalta.

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A Universidade da Amazônia (Unama) promoveu, nos dias 13 a 15 de abril, a primeira edição do O Mundo do Vinho, em parceria com a Adega das 11, no campus Alcindo Cacela. O evento teve ampla programação voltada para o tema “Belle Époque da Amazônia (1870 até 1910) – influências europeias na consolidação da Gastronomia Amazônica”.  O cronograma de atividades contou com aulas-shows, grupos musicais, exposição, jantar harmonizado exclusivo, feira gastronômica, cursos e palestras gratuitas.

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A coordenadora do curso de Gastronomia da Unama, Andréa Pinto, disse que o objetivo do evento é proporcionar conhecimento do consumo do vinho associado à culinária paraense. “É uma oportunidade de mostrar o uso da nossa matéria-prima, que é muito possível comer uma maniçoba harmonizando com vinho”, afirmou.

Paulo Brammer, integrante da Eno Cultura, que é provedora oficial de cursos profissionalizantes sobre vinhos e destilados com reconhecimento internacional da instituição inglesa WSET (Wine & Spirit Education Trust), ministrou no sábado (14) um curso para formação de sommeliers (profissional responsável por cuidar da carta de bebidas de restaurantes e bares) e garçons, promovido pela WSET. “É uma experiência inacreditável poder dividir conhecimento de como funciona esse mercado do vinho. E compreende um pouco da nossa missão na Eno Cultura de tentar desenvolver esse mercado no Brasil”, contou.

Rafael Texeira, proprietário da Adega das 11, disse que a proposta do evento é divulgar cada vez mais a cultura do vinho e principalmente a gastronomia paraense. “Estamos em parceria com essa grande universidade para poder incentivar os alunos e também o público externo para conhecerem melhor o mundo do vinho e da culinária do Pará”, explicou.

A vencedora de um grande reality show de gastronomia da TV mundial, Michele Crispim, ministrou no sábado (14) uma aula-show e disse que ficou muito feliz em poder dividir um pouco do seu conhecimento (veja vídeo abaixo). “É algo que eu gosto muito de fazer, de compartilhar aquilo que eu venho aprendendo e que eu aprendi durante os meus estudos. Então, pensei em trazer os meus pratos preferidos e técnicas que possam ser reproduzidas com a criatividade de quem está participando depois”, destacou.

O estudante de Gastronomia José Alemão relatou que esse evento o ajudou a ter mais conhecimento para poder abrir o empreendimento que pretende. “Eu tenho planos de empreendimento na região sudeste do país e esses três dias foram extremamente ricos de informações para mim”, disse.

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De 13 a 15 de abril, a Universidade da Amazônia (Unama), em parceria com a Adega das 11, vai transformar o campus Alcindo Cacela em um grande espaço de gastronomia, cultura e conhecimento. Isso porque será realizada a primeira edição do Mundo do Vinho, evento que traz uma ampla programação voltada para o tema “Belle Époque da Amazônia (1870 até 1910) - influências europeias na consolidação da Gastronomia Amazônica”. O cronograma de atividades contará com aulas-shows, grupos musicais, exposição, jantar harmonizado exclusivo, feira gastronômica, cursos, palestras gratuitas e muito mais.

Para debater temas como as origens e influências europeias na culinária amazônica, empreendedorismo e, também, a cadeia produtiva do cacau na Amazônia, o Mundo do Vinho receberá o chocolatier mateiro De Mendes, a empreendedora Joana Martins e o chef e professor da Unama Antônio Comarú. Estarão presentes para ministrar uma aula-show, cada, a vencedora de um grande reality show de Gastronomia da TV mundial, Michele Crispim - que também fará um jantar harmonizado em 5 etapas exclusivo na Adega das 11 - e o consultor gastronômico Internacional, Istvan Van Maerck.

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O evento também contará com a presença do grafiteiro Sebá Tapajós, que irá expor algumas das suas obras e produzirá uma tela exclusiva durante a programação para posteriormente ser leiloada. A programação envolverá ainda um curso para formação de sommeliers e garçons, promovido pela WSET, curadoria da Inglaterra especializada em enocultura, que estuda tudo o que está relacionado à produção e conservação do vinho.

De acordo com o organizador do evento e professor da Unama, Antônio Comarú, o Mundo do Vinho será um “divisor de águas” na região, uma vez que até então foram poucas as ações no sentido de desenvolvimento e popularização do hábito de consumir vinhos. “Oferecer uma certificação do porte da WSET nunca tinha ocorrido antes. A expectativa é que o evento passe a integrar o calendário da Unama. Além disso, não se limitará somente aos vinhos, mas vai movimentar toda comunidade acadêmica”, afirma.

Valorização do talento dos estudantes e egressos do curso de Gastronomia da Unama é também um dos objetivos do evento. Por isso, estará incluso na programação um concurso gastronômico que irá premiar a melhor receita de um prato principal relacionada ao tema “A influência da Belle Époque na gastronomia do Estado do Pará”. Os interessados em participar terão até o dia 6 de abril para se inscrever. O edital completo pode ser conferido aqui.

Para a coordenadora da graduação em Gastronomia, professora e chef Ivie Maneschy, o projeto tem grande relevância para os estudantes e todo o público presente. “A programação vai destacar diversos pontos e áreas da Gastronomia, não apenas a enocultura. Esta será uma oportunidade de mostrar para os estudantes, não só de Gastronomia, a importância da especialização a partir das informações que serão apresentadas pelos profissionais renomados presentes”, afirma.

As inscrições para participar do Mundo do Vinho devem ser feitas pelo http://sereduc.com/07LU8K. Algumas atividades específicas terão taxa de participação e para se inscrever os interessados devem enviar e-mail para a organização do evento. A programação completa pode ser conferida neste link.

Por Vanessa van Rooijen.

Durante este mês de janeiro, a Faculdade UNINASSAU Caruaru realiza o Projeto Capacita 2018.1, com mais de 120 cursos e 6 mil vagas disponíveis. Entre esses cursos está o de Produção de Vinho Caseiro, que será realizado nos dias 11, 18 e 25 deste mês. As aulas são voltadas para todos os públicos e serão ministradas pelo farmacêutico, mestre em Biotecnologia e professor Augusto Ribas.

As aulas são gratuitas e para participar é necessário realizar a inscrição no site institucional da UNINASSAU ou presencialmente na sede da própria instituição, no Bairro Agamenon Magalhães. Os alunos deverão levar um quilo de uvas tipo ‘Isabel’.

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A grade inclui uma apresentação resumida da história do vinho e a tecnologia desenvolvida na produção e promete levar, na teoria e prática, à técnica de como produzir um vinho caseiro, que pode ser feita em casa, ou onde estiver o interessado.

Serviço

Projeto Capacita 2018.1 - curso com a temática Produção Caseira de Vinho

11, 18 e 25 de janeiro

Faculdade UNINASSAU Caruaru (Entroncamento da BR-232 com a BR-104, KM 68, Bairro Agamenon Magalhães - Caruaru, PE)

Gratuito

Quem gosta de apreciar vinhos terá a chance de participar da prova anual de vinhos alentejanos. O evento, nesta segunda (11), leva ao público os Vinhos do Alentejo, com participação de mais de 20 vinícolas portuguesas. Os interessados em participar podem se inscrever através da internet. Realizado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, o evento chega ao Recife pela primeira vez, trazendo uma seleção de produtores da região do Alentejo, líder do mercado em Portugal.

Estarão presentes, na degustação, a Casa Agrícola HMR, Cortes de Cima, J Portugal Ramos Vinhos, Herdade Grande Wines, Monte Novo e Figueirinha, Herdade do Peso- Sogrape Vinhos, Susana Esteban, Monte da Capela e Adega de Borba, entre outros. O circuito brasileiro também passará por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. As vagas para o evento são limitadas.

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Serviço

Prova Anual de Vinhos Alentejanos

Segunda (11) | 17h

Transamérica Beach Class INternational (Avenida Boa Viagem, 420 - Boa Viagem)

R$ 30

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A partir do dia 23 de marco, o Restaurante Catamaran promove curso sobre vinhos, com a participação do Restaurante Catamaran promove curso sobre vinhos. Durante os encontros, os ouvintes vão conhecer detalhes do ritual envolvendo, os ingredientes, a fabricação e a degustação. O curso básico de enologia, sempre das 19h30 às 22h30, no restaurante, localizado no Cais de Santa Rita, no Recife Antigo.

O curso será ministrado por Errol Flynn, que é formado pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo e certificado pela Faculdade Maurício de Nassau. Durante a programação do curso, Flynn vai apresentar conteúdos sobre a história do vinho, as principais vinícolas mundiais, além de informações sobre estilos, harmonização, processos de decantação e aulas práticas com degustação. Confira o programa a seguir:

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1 - Noções de vitivinicultura – aprenda o que é Terroir e denominações de origem, os vários tipos de uvas e métodos de vinificação

2 - Os diversos estilos de vinhos – jovem, de guarda, de sobremesa, fortificados, espumantes

3 - Temperatura dos vinhos – entenda como armazenar e como ler o rótulo para acertar na compra da bebida

4 - Quando e quais os motivos para devolver um vinho no restaurante?

5 - Cerimonial do serviço – aprenda a servir e planejar encontros

6 - Enogastronomia – como harmonizar pratos, queijos e vinhos

7 - Noções do Velho e do Novo Mundo Enológico

8 - Aulas práticas com degustação e decantação

Serviço

Curso básico de Enologia

23, 30 de março e 6 de abril |  19h30 às 22h30

Restaurante Catamaran (Cais Santa Rita, S/N, Recife/PE)

R$ 450

(81) 9 9963-3407

O resveratrol, molécula encontrada nas uvas, nos sucos dessas frutas e no vinho, pode ser a base de uma nova terapia para a Doença de Chagas crônica, aponta um estudo realizado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O composto foi capaz de recuperar funções cardíacas de camundongos de laboratório.

O efeito benéfico nos camundongos foi observado mesmo com o tratamento iniciado de forma tardia, quando os animais já apresentavam sinais clínicos. A molécula também reduziu a quantidade de parasitos Trypanossoma cruz, responsáveis pela Doença de Chagas.

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Como o resveratrol é um suplemento alimentar, os cientistas acreditam que os ensaios clínicos para analisar o potencial do novo tratamento podem ocorrer em um futuro próximo. "O resultado foi acima do esperado: as arritmias e a queda de capacidade de bombeamento do coração foram revertidas pelo tratamento. Ou seja, os animais apresentaram melhora na sua condição. Como o resveratrol é um suplemento alimentar, esperamos que ele possa ser logo testado em humanos", explicou a coordenadora da pesquisa, Claudia Neto Paiva, do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes, da UFRJ.

Segundo a pesquisadora Joseli Lannes-Vieira, chefe do Laboratório de Biologia das Interações do IOC, ainda são necessários outros testes antes de avaliar a terapia em pacientes. "Atualmente, o tratamento da cardiopatia chagásica busca controlar os sintomas da doença, porém não consegue impedir sua progressão. No estudo, observamos que o resveratrol interrompeu o agravamento e, até mesmo, reverteu alterações graves", analisou.

Testes - Os estudos foram realizados com camundongos considerados modelos de pesquisa da fase crônica. Eles apresentam sinais clínicos semelhantes a de pacientes nos estágios B1 e B2 da doença, quando os problemas cardíacos estão estabelecidos, mas ainda há sinais de insuficiência cardíaca. 

O resveratrol melhorou a frequencia cardíaca dos animais e reduziu em 35% a coorrência de arritimias e em quase 50% a presença de outros problemas de condução elétrica do coração. Segundo a Fiocruz, em 30% dos casos, os animais passaram a apresentar resultados de eletrocardiograma normais após o tratamento. Também ficou comprovado através de exames ecocardiográficos que a molécula reverteu a dilatação do coração, recuperando a capacidade de bombeamento do sangue, o que foi observado até quando a terapia começou de forma tardia.

Os benefícios cardíacos são atribuídos à propriedade antioxidante da molécula. As análises mostraram que o composto reduziu a quantidade de moléculas chamadas de "espécies reativas de oxigêncio", que são produzidas pelas células cardíacas para combater o parasito.

A doença de Chagas atinge entre seis e sete milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Diversos casos só são descobertos após anos de infecção, quando cerca de 30% dos pacientes apresentam problemas cardíacos. As pesquisas indicam que na fase crônica o combate aos parasitos não é suficiente para reverter as lesões no coração.

"Diversos estudos apontam que consumir resveratrol através do suco de uva ou do vinho pode fazer bem ao coração de forma geral", complementa Claudia Neto Paiva. "Porém, para garantir que a molécula tenha o efeito desejado no tratamento da cardiopatia chagásica precisamos determinar as doses adequadas", finaliza a pesquisadora Joselli Lannes-Vieira.

Com informações da assessoria

O Vale do São Francisco deve ganhar novo equipamento turístico, em novembro. A novidade é a Enoteca Luigi Pérsico, que deve ser instalada em Lagoa Grande, onde possibilitará aprendizado, pesquisa e degustação dos vinhos produzidos na região. A obra prevê também a requalificação do entorno do edifício de 1,1 mil m².

A obra, orçada em R$ 690 mil com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), prevê também as adequações da infraestrutura do Bairro de Vermelhos, local onde funcionará o equipamento. Serão realizadas melhorias de pavimentação na rede elétrica, urbanização, além da acessibilidade do local. A obra tem entrega prevista para o mês de novembro.

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“O enoturismo se tornou um grande atrativo e também um impulsionador do turismo na região, nos últimos anos. Das sete vinícolas instaladas no Vale, quatro estão sediadas em Lagoa Grande, que fica a 40 minutos de Petrolina, maior cidade do polo. Todos querem conhecer este oásis no meio do Sertão, além de provar os vinhos, claro”, comenta o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras, segundo informações da assessoria de imprensa.

A proposta é transformar a Enoteca em um dos pontos de visitação dos roteiros turísticos das rotas de vinho, priorizando a história da vitivinicultura do Vale. A estruturação do equipamento é uma das ações do Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS) do Vale do São Francisco.

Conhecido como Ice Wine, o vinho feito a partir de uvas congeladas, retiradas nestas condições ainda na videira, é ideal para harmonização de pratos doces. O valor justifica-se pelo baixo rendimento quantitativo do líquido – uma videira inteira produz apenas uma garrafa –, o que pode fazer o preço de meia garrafa chegar em até 80 mil reais, dependendo da safra e região.

Há pesquisadores que acreditam que o Ice Wine tenha sido descoberto sem intenções, na Alemanha, após um inverno rigoroso no século 18; mas foi no século 20 que o vinho tornou-se conhecido.

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No fim dos anos 1970, a produção de vinhos a partir de uvas congeladas cresceu, principalmente no Canadá – tornando-os maiores produtores deste tipo de vinho; seguidos da Alemanha. Além dos dois países, há outros que produzem em pequenas quantidades como: França, Japão, Israel, Itália, Nova Zelândia, Suécia, Estados Unidos etc.

Para que o vinho seja considerado “legítimo” por sommeliers, o congelamento deve acontecer de forma natural antes da fermentação, incluindo mosto e uvas.

Do dia 17 a 19 deste mês, será realizado o nível I do curso de Sommelier Internacional. O evento é uma promoção da Federação Italiana de Sommelier (FISAR) e da Faculdade Boa Viagem (DeVry|FBV), com o objetivo de abordar assuntos como análise sensorial, viticultura, enologia de vinhos, sobremesas e legislação vitivinícola.

Após as aulas deste mês, os próximos módulos serão realizados de 8 a 10 de julho. A qualificação tem carga horária de 20 horas e o valor total de investimento é de R$ 1,2 mil para cada módulo.

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As inscrições para o curso podem ser feitas até o dia 13 deste mês, através do site da FBV. Outros detalhes informativos sobre a qualificação podem ser obtidos pelo telefone (81) 3081-4444. A Faculdade Boa Viagem fica na Rua Jean Emile Favre, 422, Ipsep, Zona Sul do Recife.    

Temas como vinha e a uva, o clima e o vinho, denominação de origem, o trabalho do viticultor, produção de vinhos de mesa e espumantes, diferenças entre enólogos, sommelier e enófilo, serão abordados no Curso de Iniciação ao Vinho, no Recife. O evento será ministrado pelo sommelier Maurício Dias, às 19h das próximas terças-feiras (10, 17, 24 e 1/12), na Casa dos Frios, bairro das Graças, no Recife.

O curso é promovido – pela segunda vez – pela Casa dos Frios e a Enoclass. Serão 12 horas de informações sobre todo o mundo do vinho. Maurício Dias é diretor da Associação Brasileira de Sommelier em Pernambuco (ABS-PE), bem como é especialista certificado pela britânica Wine & Spirits Education Trust e Sommelier Profissional pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo, além de consultor de vinhos e bebidas da Casa dos Frios e da LD Importação.

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Entre os títulos a serem degustados durante os encontros, estão Louis Roederer Brut Premier, além do Puro da Quinta da Touriga Chã Douro, Malhadinha Monte da Peceguina, Jean Guiller Gewurztraminer, Domaine Tinel Blondelet Sancerre Blanc, numa cartela de vinte vinhos. O investimento é de R$ 400 e as vagas são limitadas. As inscrições e informações podem ser feitas pelo telefone (81) 9 9815-7777 e através do email: titodias@icloud.com.

O Programa Na Social está especial em comemoração à páscoa. E, para celebrar, esta edição traz ótimas combinações com vinhos, bebida tradicional neste período de festa e que não pode faltar na ceia durante a semana santa. Quem conta os detalhes é o repórter Rodrigo Rigaud, que conversou com Rildo SAraiva, que é presidente do Vinho Club Premium.

Ainda nesta edição, o público ainda vai conferir as tendências da moda outono-inverno deste ano. A repórter Areli Quirino conversou com a consultora de imagem e desing Korina Simões, que trouxe dicas e looks retrô para você fazer bonito nesta estação.

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Confira todos os detalhes no vídeo. O Na Social é apresentado por Fernanda Gomes e exibido toda semana no Portal LeiaJá.

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“Conhecendo o Mundo do Vinho” é o nome do curso que será realizado no Recife nos dias 16, 23 e 30 de abril. O evento será conduzido pelo sommelier especializado em enologia pela Universidade de Alto Douro em Portugal, Júlio Rizuto.

O objetivo da capacitação é orientar os participantes sobre o universo do vinho, através de noções sobre informações históricas e harmonização. Outra ideia do curso é ensinar os alunos a diferenciar alguns tipos de uvas.

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As aulas serão realizadas no Espaço Único, no horário das 19h30 às 21h30. O local fica na Estrada das Ubaias, 388, no bairro de Casa Forte, Zona Norte da cidade. Informações sobre as condições de participação podem ser obtidas pelo telefone (81) 3019-1407.

Um dos maiores desafios da Wine.com.br quando abriu seu site, em 2008, era instigar o consumidor a comprar vinho pela internet e convencê-lo a fazer isso com frequência - dentro do conceito de "assinatura", a pessoa precisava aceitar a ideia de pagar uma quantia mensal para receber os rótulos em casa.

Para atingir a meta de aumentar seu faturamento de R$ 125 milhões, no ano passado, para R$ 210 milhões, em 2014, a empresa está encarado o desafio de melhorar seus processos logísticos por meio do emprego de tecnologia. "O mercado ainda é muito pequeno e oferece espaço (para o crescimento)", afirma Rogério Salume, fundador da Wine. "Estamos investindo para melhorar processos, logística e a navegabilidade do site."

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A empresa oferece mais de 2 mil rótulos, tem um centro de distribuição no Espírito Santo e promete entregar produtos em até três dias úteis. Só em 2014, o site já vendeu cerca de 2,5 milhões de garrafas. Se o desafio da Wine é a logística, para quem pretende empreender nesse ramo há essa e outras barreiras, afirma o professor de empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa.

De acordo com o especialista, os novos empresários precisam ter acesso às vinícolas e criar laços com o cliente. "Pode ser fácil entrar no mercado, mas difícil se manter", diz.

Como o segmento já tem um grande competidor, segundo Nakagawa, um caminho promissor é encontrar um nicho. "Oferecer itens diferentes ou especiais de pequenos produtores ou até mesmo diversificar a vitrine com outros tipos de bebidas, como o uísque, podem ser saídas", explica.

Aposta

A Vinno, novata no segmento, enfrenta justamente esses desafios. A empresa, de São Caetano do Sul (SP), abriu as portas em janeiro com R$ 480 mil de investimento de quatro sócios. Um deles, Gustavo Wotte, diz que o plano é faturar R$ 1 milhão em 2014.

A Vinno tem 220 rótulos, mas a expectativa dos proprietários é dobrar o número ainda neste ano. "Estamos contatando dois fundos de investimentos. Com isso esperamos crescer até cinco vezes nos próximos anos e atingir um faturamento de R$ 5 milhões", afirma.

Por enquanto, a empresa conta com 54 mil clientes cadastrados, sendo que 1,6 mil já compraram produtos e 540 fizeram mais de uma aquisição. O valor médio das compras, segundo Wotte, é de R$ 180. "Estamos recebendo de 400 a 500 pedidos por mês", diz. A empresa pretende lançar, no mês que vem, um clube de assinaturas.

Um dos pontos fortes da marca, segundo o empresário, é que a empresa já compra uma quantidade que permite trabalhar com preços "justos" para o cliente. "Conseguimos oferecer preços mais baixos porque compramos bem", afirma Wotte. A Vinno tem hoje de 60 fornecedores, entre vinícolas e importadoras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Funcionando numa área de 19,5 mil metros quadrados no município de Igarassu (PE), a Carreteiro, que completa 50 anos, está passando por um processo de mudança. Com novos proprietários desde o ano passado, o objetivo agora é vender os produtos além de Pernambuco, ganhando o mercado nordestino. O processo inclui a modernização de maquinários, expansão na rede de distribuição, criação de novos produtos e contratação de funcionários. Para isso, a empresa irá investir R$20 milhões.

Atualmente, a empresa gera 180 empregos diretos e cerca de 600 empregos indiretos em todo o Estado. A fábrica possui capacidade de produção de 8,2 milhões de litros por mês de produtos alcóolicos e não alcóolicos. Para distribuição, o Grupo Carreteiro conta hoje com 3 mil pontos de venda cadastrados no grande Recife, mas a expectativa é de que até o final do ano sejam 10 mil. Para alcançar esta meta a empresa irá investir na contratação de cerca de 200 novos funcionários e na capacitação de sua equipe de vendas.

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“A marca Carreteiro é uma marca consolidada, que chega aos cinquenta anos fazendo parte da vida dos pernambucanos. Queremos aproveitar esta nova gestão para desenvolvermos, ainda mais, este negócio. Queremos modernizar sem perder a essência, afinal os produtos da marca já são um sucesso em seu segmento”, enfatiza Luciano de Melo, sócio do Grupo.

Cerveja - Para aumentar ainda mais o portfólio a ser distribuído, o Grupo Carreteiro detém, desde fevereiro de 2014, a concessão da distribuição da cerveja Proibida para toda a região Norte e Nordeste, exceto o Rio Grande do Norte. “Este é um produto que veio somar ao nosso trabalho, junto com os produtos da Carreteiro, em breve, estaremos em toda a região. E, até o final do ano, estaremos apresentando para o mercado os nossos novos produtos, que farão parte do segmento premium”, diz Melo.

Com informações de assessoria

Marina (Tainá Müller) e Clara (Giovanna Antonelli) estão cada vez mais próximas na novela Em família. Em Angra dos Reis, Clara consegue fazer milagre e prepara um jantar delicioso com os poucos mantimentos que Marina tem em casa. A fotógrafa olha para a mesa admirada.

Durante o jantar, Marina pergunta se Clara nunca pensou em mudar, diversificar, deixando a dona de casa sem graça. Trêmula, Clara acaba derrubando vinho na toalha e diz que está com uma hipoglicemia. A fotógrafa comenta que o episódio pode ser resultado de dietas malucas e elogia a boa forma de Clara.

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A dona de casa acha graça e diz que ainda quer perder três quilos, porque está sempre se sentindo gorda. “Olha: vamos ver na balança. A gente se pesa lá em cima, tenho uma balança no quarto”, convida Marina. Após as taças de vinho, Clara acababa topando.

Já no quarto, ela assume que morre de vergonha de se pesar. Marina diz que vai subir na balança também para animá-la. Só que a fotógrafa é bem mais desinibida e tira quase toda a roupa. Depois, é a vez de Clara. As duas se divertem com a situação, mas ficam tontas e caem na cama.

A fotógrafa comenta que está vendo tudo mexer e, por isso, é melhor as duas dormirem. Clara se propõe a ir para o sofá, mas Marina não deixa. “Esta cama dá muito bem para nós duas”, diz ela. A cena vai ao nesta quarta (26).

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