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O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), fez um pronunciamento nesta sexta-feira (14) pedindo que a população siga tomando as medidas de prevenção à Covid-19. Os números da pandemia do novo coronavírus estão em queda no estado desde maio.

Segundo o governador, não é o momento da população relaxar nas medidas de prevenção. “Não dá para relaxar diante de um inimigo desconhecido, que pode ser fatal. Baixar a guarda é reabrir as portas para o vírus. Os fatos comprovam: seguir ou não as orientações pode ser questão de vida ou morte. É necessário entender esta nova realidade, nunca negá-la. Novos hábitos se tornaram obrigatórios: usar a máscara, manter as mãos limpas, respeitar o distanciamento social. Todos nós sabemos o que precisa ser feito", disse.

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Nesta sexta-feira, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou mais 1.567 casos da Covid-19 e 27 óbitos provocados pela doença em Pernambuco. Agora, o Estado contabiliza 7.111 mortes em decorrência do coronavírus e 110.409 pessoas contaminadas.

Quase 10 dias após a liberação das praias no Recife, muitos frequentadores e banhistas seguem sem cumprir as regras estabelecidas pela Secretaria de Saúde do Estado para o uso correto do litoral. Em um giro pela praia de Boa Viagem, neste sábado (25), a reportagem do LeiaJá identificou aglomerações e falta do uso de máscaras pelos transeuntes. Com as areias lotadas, a vida no bairro da Zona Sul, segue como se o novo coronavírus tivesse sido evaporado pelo sol quente da capital pernambucana.

Nos quiosques o cenário também não é diferente. Autorizados a retornar ao trabalho, das 15h às 20h, os funcionários pareciam serem os únicos a cumprirem as regras para o retorno seguro aos espaços públicos. Apesar de não formarem filas e aglomerações em frente aos quiosques, os clientes tampouco utilizavam máscaras para comprar nos estabelecimentos. 

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Sem uma delimitação clara de espaço feita pela prefeitura do Recife, como é feita em diversos países que permitiram a reabertura de seus litorais, os banhistas deitam quase aglomerados para garantir o seu lugar ao sol e mais uma vez, sem máscaras. Mesmo insistindo em dispensar o equipamento de proteção, ele permanece obrigatório para saídas ao ar livre em todo Estado, de acordo com decreto publicado no Diário Oficial em maio.

Boletim deste sábado

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, neste sábado (25), 1.710 novos casos da Covid-19. De acordo com o órgão, o aumento no número de casos ainda é motivado pelo acúmulo de notificações, devido à instabilidade no sistema de notificação dos casos de menor gravidade ao longo dos últimos dias. Pernambuco totaliza 86.752 casos já confirmados, sendo 22.855 graves,  63.897 leves e 6.299 óbitos pela doença. 

A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP), em parceria com a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG), lançou a 4ª Edição da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Com o slogan “O Câncer tá na cara, mas às vezes você não vê!”, seguido da frase: “Seu Corpo é Sua Vida. Não o Destrua!”, a campanha discutirá diversas temáticas, como a pandemia da Covid-19, alimentação saudável, tabagismo, sedentarismo, entre outros fatores de risco.

No Brasil, câncer nessas regiões (cavidade oral e laringe) é o terceiro em incidência entre os homens e deve representar 7,9% de todos os novos casos de câncer estimados. Os dados reforçam a importância do 'Julho Verde', campanha que faz alusão ao Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço, celebrado em 27 de julho.

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Paula Sampaio, oncologista clínica do CTO, ressalta a importância de motivar as pessoas a realizarem um diagnóstico e manter os cuidados. “A campanha Julho Verde foi criada com o objetivo de motivar pessoas em idades com maior prevalência da doença (acima de 40 anos) a realizar exames específicos para detecção precoce da doença, o que aumenta muito as chances de cura”, destacou a médica.

O câncer de cabeça e pescoço mais frequente em mulheres é o de tireoide. Entre os homens, os tipos mais comuns são os tumores de boca e garganta (cavidade oral e laringe). “O câncer de cabeça e pescoço afeta diversas áreas e funções do corpo humano, como a respiração, fala, deglutição, paladar e olfato. Os sintomas mais frequentes são nódulo persistente no pescoço, lesão na boca que não cicatriza (por mais de 20 dias) e rouquidão por mais de três semanas”, destaca Paula Sampaio.

O cigarro, álcool e o vírus HPV estão no topo da lista dos causadores dos cânceres de cabeça e pescoço. Além desses riscos, todos devem lembrar que a higiene bucal é importante na prevenção. Adilson Gorayeb, aposentado, contou como descobriu o câncer: “Parecia uma íngua, um caroço na região da mandíbula que começou a crescer e incomodar. Procurei um dentista, e para minha surpresa fui indicado a procurar um oncologista, e tive o diagnóstico de câncer confirmado. Isso aconteceu em 2012 e fiquei completamente curado”, revelou.

O aposentado alerta que o diagnóstico precoce é importante e pode salvar vidas “Por isso, quando aparecer qualquer coisa estranha, que a pessoa suspeite, não perca tempo. Corra para o médico ou para o dentista, como foi o meu caso, para ter logo o diagnóstico e fazer o tratamento o mais rápido possível e assim ficar livre da doença”, finalizou Adilson.

Falta de ar, respiração ofegante, dores no peito. Quem tem asma costuma conhecer muito bem esses sintomas de desconforto respiratório que, muitas vezes, persistem por toda uma vida. Estima-se que cerca de 10% da população brasileira (21 milhões de pessoas) têm ou já teve sintomas da doença ao menos uma vez. Tanto que, para ajudar na conscientização da população, celebra-se neste domingo (21), o Dia Nacional de Controle da Asma.

"Você sabe que está convivendo com uma doença que pode se tornar grave o tempo todo, mas que também não tem cura e aí você acaba aprendendo a lidar com isso", conta o analista financeiro Rafael Vasconcelos, que tem entre os principais causadores das crises da doença, o contato com mofo ou poeira. "Se eu entrar num quarto que está fechado há muito tempo é gatilho", diz. 

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Com a chegada do frio e das chuvas do inverno, os episódios dessas crises podem se tornar mais frequentes. Isso se dá porque a asma é uma doença pulmonar inflamatória crônica que tem entre os sintomas recorrentes faltas de ar, tosse crônica, chiado e aperto no peito. Apesar disso, de acordo com o chefe do Ambulatório de Pneumologia do HC, Ângelo Rizzo, apenas de 1% a 2% da população brasileira desenvolve as formas mais graves, que necessitam de atendimento e acompanhamento em serviços de saúde. 

Sintomas e ativadores

A asma pode ser ativada por um conjunto de fatores genéticos e ambientais. Portadores da doença podem ser sensíveis a poeira, ácaros, fungos, pólens, pelos de animais, fezes e corpo de barata, poluição, fumaça de cigarro, variação climática, frio, entre outros. Os sintomas também podem ser desencadeados por outros fatores, como infecção respiratória viral, alteração emocional e esforço físico. 

Apesar de bastante conhecida, a asma é uma doença sem cura e seu tratamento é baseado no controle dos sintomas. "Você vai todo dia descobrindo o que lhe faz mal e o que não faz para criar seus mecanismos de defesa. Tenho que ir anualmente para um pneumologista, para verificar se a asma está ativa ou inativa. O acompanhamento é para deixá-la inativa", explica Rafael.

Cuidados e onde tratar

Além disso, os cuidados com a manutenção de um ambiente limpo e arejado são essenciais para a tranquilidade de um asmático. Em casos mais graves o uso de medicamentos auxilia no controle da frequência e da intensidade da doença. "Eu troco muito meu lençol, limpo ar condicionado e ventilador mais do que o normal. Tiveram momentos que eu tive que usar travesseiros  especiais também. Hoje, lavo as roupas antes de usar. Se uma roupa está há mais de 20 dias no guarda-roupa, eu tenho que lavá-la ou ela pode me levar à uma crise", relata o analista. 

Para quem procura um tratamento especializado, o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco tem três ambulatórios específicos para tratar os asmáticos: o de Asma Grave, o de Asma na Gravidez e o de Asma na Infância, além de uma série de pesquisas científicas desenvolvidas sobre o assunto. Algumas dessas pesquisas apontam, inclusive, que relação da asma com a Covid-19, não foi comprovada estatisticamente. “Estudos seguem sendo realizados para explicar isso, mas duas hipóteses têm sido apontadas: a medicação da asma poderia evitar a evolução da Covid para a sua forma mais grave; ou a própria resposta imunológica do asmático que combateria a evolução da Covid”, explica Ângelo Rizzo, em publicação para a UFPE.

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Junho é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de rim. Grupos de pacientes se organizaram, em vários países, e formaram uma rede global independente – o International Kidney Cancer Coalition (IKCC) – para potencializar a difusão de informações sobre a doença. Este ano, o dia 18 de junho foi escolhido como o Dia Mundial do Câncer de Rim. O tema deste ano é "Precisamos falar sobre atividades físicas".

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O objetivo é incentivar pacientes, cuidadores, familiares, amigos e profissionais da saúde a promover conhecimento, como uma das formas mais eficazes de diminuir as taxas preocupantes do câncer renal. Esse tipo de tumor é o 12º mais comum, responsável por cerca de 3% dos casos de câncer no mundo. Apesar da baixa incidência, o índice de mortalidade é alto, cerca de metade dos pacientes.

Estudos mostram que ser fisicamente ativo reduz o risco de câncer de rim em até 22%. Se você já tem câncer de rim, mesmo uma atividade física moderada pode ajudar nos resultados do tratamento em até 15%, assim como reduzir potenciais efeitos causados pelo câncer, como fadiga, ansiedade, depressão, além de melhorar a qualidade de vida.

O problema é que três em cada quatro pacientes de câncer de rim não estão praticando atividades físicas. A Academia Americana de Medicina Esportiva e a Sociedade Americana de Câncer recomendam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, o que corresponde a uma caminhada de 50 minutos, três vezes por semana.

Em 2019, no Brasil, foram registrados 6.500 novos casos de câncer renal, com 3.400 mortes decorrentes da doença. Outra peculiaridade é a incidência por gênero. O câncer de rim é aproximadamente duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres.

Fatores como idade avançada, tabagismo, obesidade, histórico de doença renal (como cálculo ou cisto) são considerados de risco. O câncer de rim é uma doença silenciosa, que não costuma apresentar sintomas em suas fases iniciais.

O supervisor de vendas Marcos Alexandre Salgado foi surpreendido com o diagnóstico de câncer de rim. Em setembro do ano passado, ele percebeu que havia sangue na urina. Procurou logo os médicos e fez exames. A tomografia mostrou um tumor de 16 cm. Em novembro, Marcos foi operado para a retirada do rim esquerdo.

Em março deste ano, começou o tratamento com imunoterapia. “Descobrir o câncer desse jeito, por acaso, foi um susto, mas estou bem. Não deixo a doença me abalar”, garante Marcos.

Assim como acontece com vários outros tipos de tumor. O diagnóstico precoce é uma arma poderosa no combate ao câncer renal. As chances de cura, quando a doença é descoberta no início, podem ser superiores a 90%.

Com apoio do Centro de Tratamento Oncológico (CTO).

Em live transmitida na última sexta-feira (15), a cantora Ana Carolina fez uma versão da música “Disritmia”, do sambista Martinho da Vila, cuja letra ela elaborou com o compositor Edu Krieger, chamou de “Pandemia”. Além de lembrar medidas de proteção à saúde, a letra da paródia também faz críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

Ainda nos primeiros versos, “Pandemia” já defende o isolamento social e relembra medidas de higienização das mãos. “Prometo também me empenhar pra não dar abraço, só o cotovelo. lavar as mão a todo instante, com muito sabão, por vinte segundos”, cantou Ana Carolina. 

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Mais adiante na letra, a artista assume um tom mais crítico e político ao afirmar “eu quero que o chefe de estado tenha consciência e não seja omisso, que bom se fosse um resfriado ou uma gripezinha, mas não é só isso (...) Me deixe te pedir cuidado pra acabar de vez com essa pandemia, vai logo pro confinamento, troca o corre corre pela calmaria”. 

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A Universidade Federal de Pernambuco publicou um edital emergencial para credenciamento e fomento financeiro de projetos que visam prevenir e diagnosticar o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A instituição disponibilizará R$ 1 milhão, sendo R$ 50 mil o valor máximo para cada proposta individual.

Os interessados devem inscrever as propostas de ações até a próxima quinta-feira (16), encaminhando-as à Diretoria de Pesquisa da Propesq na forma de processo eletrônico no Sistema Integrado de Patrimônio. A chamada de projetos busca custear despesas com material de consumo, serviço de terceiros, serviço de adequação. Para mais detalhes, acesse o edital.

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De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), fumar aumenta o risco de contrair infecções bacterianas e virais, entre elas a Covid-19 causada pelo coronavírus. "Toda vez que os pulmões são comprometidos, facilita a infecção e a pessoa tem mais dificuldade para se recuperar", disse Yasmin Thanaval, professora do Departamento de Imunologia do Roswell Park Comprehensive Cancer Center em Buffalo, Nova York (EUA), em entrevista ao portal Vice.

Na falta de uma vacina ou tratamento direto para o coronavírus, a prevenção é a melhor defesa, o que significa lavar as mãos e não tocar o rosto, tossir no cotovelo, entre outros passos básicos, além do isolamento. Abandornar o tabagismo também é recomendável. "É a hora perfeita para parar de fumar", como orienta Drauzio Varella em seu canal no portal UOL.

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Ainda segundo o Inca, entre os pacientes chineses diagnosticados com pneumonia associada ao coronavírus, as chances de agravamento da doença foram 14 vezes maiores os que tinham histórico de tabagismo em comparação com as que não fumavam. Esse foi o fator de risco mais forte entre os examinados.

Em relação ao narguilé, o instituto afirma que o risco de transmissão do vírus cresce substancialmente, já que a mangueira é passada de pessoa a pessoa e todas compartilham a mesma piteira. Assim, tal prática deve ser evitada, bem como com cigarros eletrônicos.

Alguns países da região do Mediterrâneo oriental, como Irã, Kuwait, Paquistão, Catar e Arábia Saudita, proibiram o uso do narguilé em locais públicos, como cafés, bares ou restaurantes, para prevenir a transmissão do coronavírus.

As máscaras são importantes aliadas na luta contra o coronavírus, e isso é unanime entre todos os especialistas. Os fluídos da saliva, tosse e espirros são os principais transmissores da Covid-19, mas há um embate sobre quem deve usar a máscara e quando o acessório é bem-vindo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma carta dizendo que apenas pessoas que estejam tossindo ou espirrando, ou tenham contato com pessoas enfermas, devem usar máscara. Entretanto, há vários outros que aderem ao acessório por precaução. "Eu faço parte do grupo de risco, estou fazendo a quarentena certinha, mas ainda tenho contato com pessoas de fora, como minha sobrinha, que ainda está trabalhando. Por isso, prefiro usar máscara", relata a aposentada Graça de Oliveira, 63 anos.

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A enfermeira Vanessa Correia, 34 anos, também aderiu ao uso de máscara. Por trabalhar na área da saúde, ela também segue a recomendação da OMS. "O hospital segue com poucos atendimentos se comparado à época normal. Porém, todo cuidado é pouco. As salas de atendimento estão sendo sempre desinfetadas, e os profissionais fazem uso do uniforme adequado, como luvas e máscaras", comenta.

No cuidado com os animais, a veterinária Karla Oliveira, 27 anos, também redobras os cuidados. "O problema não são os animais, eles não passam coronavírus para humanos. O problema são os donos, que muitas vezes aparecem despreparados na clínica. Durante todo o atendimento e expediente faço o uso de máscaras e luvas, o que na minha profissão já é comum", conta.

Apesar da OMS recomendar o uso apenas para contaminados, sintomáticos e profissionais da saúde, o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Robert Redfield, disse a rádio NPR que a instituição está reavaliando suas diretrizes sobe o uso de máscaras. "É importante usar, pois podem haver indivíduos que não apresentam sintomas, mas contribuem para a transmissão", finaliza.

Há especialistas que afirmam que a pandemia de coronavírus (Covid-19) seja a mais nova crise global desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Enquanto alguns países sofrem as maiores consequências, como Estados Unidos, China e Itália, outros foram rápidos em colocar medidas em prática e conseguiram retardar a proliferação.

Alemanha e seus poucos casos de mortes

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A Alemanha possui um número baixo de mortes por infecção do coronavírus em comparação aos outros países, apesar de ser a quinta nação com maior número de infectados. "Embora não saibamos o motivo exato, a verdade é que recomendamos, a partir do momento em que ficamos sabendo da emergência, expandir o número de exames entre a população e, assim, reduzir a possibilidade de contágio", informou o Instituto Robert Koch de Virologia, responsável pela estratégia alemã contra a Covid-19, quando consultado pela BBC.

Um dos passos para a pequena taxa de mortalidade pode ser a identificação precoce do portador do vírus, o que retarda a propagação da doença. As autoridades alemãs indicaram que são capazes de realizar 160 mil testes por semana.

Japão não entrou em total isolamento

O Japão teria grande chance de ser o maior afetado pelo vírus, visto que a maioria de sua população possui mais de 65 anos e que em seu território há um alto nível no consumo de tabaco, o que torna seus nativos mais vulneráveis a doenças respiratórias. Porém, comparado a China e a Coreia do Sul, as taxas de contágio e mortalidade do Japão são muito menores. Uma das razões por trás desses números pode ter sido a reação rápida do país para identificar focos de infecção e proteger a população mais vulnerável, bem como seu foco em grupos de contágio.

Segundo Kenji Shibuya, diretor do Instituto de Saúde da População do King's College, em Londres, o Japão é muito eficiente em testar pessoas na busca do vírus, identificar grupos de contágio e isolá-los. "A única maneira de lidar com qualquer pandemia é testar e isolar. E muitos países não ouviram. No Japão, eles estão desesperados para rastrear os infectados. E estão indo bem em termos de identificar e isolar os grupos doentes", disse a "BBC News Mundo".

O combate à epidemia em Singapura

Singapura usou detetives de doenças para descobrir onde estava o foco do vírus no país e, dessa forma, conseguiu cortar a cadeia de contágio dos focos de infecção. O país possui um apurado sistema de rastreamento de contatos capaz de seguir a cadeia de vírus de uma pessoa para outra, permitindo que indivíduos e seus próximos sejam rapidamente identificados e isolados. Ao saber que um motorista de táxi, por exemplo, foi infectado, a polícia conseguiu rastrear as pessoas que usaram o táxi e avisá-las, por mensagens de texto, para que permaneçam em quarentena. Dessa forma, o país conseguiu cortar a cadeia de contágio.

A bem-sucedida Coreia do Sul

Apesar do alto número de casos confirmados, o país apresenta taxa de mortalidade menor que a dos Estados Unidos, Itália e Irã, tendo 0,9% de chances de morte. "A Coreia do Sul realizou uma campanha agressiva para combater o vírus. Disponibilizou todo o seu sistema de saúde para diagnosticar a presença da Covid-19 nos habitantes de áreas críticas do país", explicou Bugyeong Jung, jornalista do serviço coreano da BBC. "Este método, embora tenha sido descrito como invasivo, conseguiu salvar vidas", acrescentou Jung.

O Governo de Pernambuco, anunciou nesta terça-feira (31), que vai ampliar a capacidade de testagem para a Covid-19 no Estado. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) a iniciativa vai permitir que profissionais de Saúde, da rede pública e privada, que estão trabalhando diretamente com os pacientes suspeitos e confirmados para a doença, além das forças de Segurança, sejam testados. 

A ampliação dos testes é fruto de uma parceria entre a SES-PE e o Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz/PE), que deverá triplicar a capacidade atual, saindo de 770 para 2.170 exames por semana, a depender do envio dos kits pelo Ministério da Saúde (MS). Eles serão os mesmos já realizados em pacientes no início dos sintomas (até 7 dias), que analisam a presença do vírus ou parte dele na amostra coletada. 

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Além disso, a empresa Genômika, passou a compor os esforços do Estado para ampliar a realização de e deve processar 300 exames por dia.

Em nota, o secretário André Longo informou que os kits de testagem rápida do Ministério da Saúde (MS) não devem chegar mais esta semana. “Se eu tenho um teste que não é de confiança e ele dá um falso negativo, poderá gerar um grande fator de confusão entre toda a comunidade, dando uma falsa sensação de permissividade aquele indivíduo que foi testado. Isso poderá atrapalhar nas medidas de controle", diz. O gestor lembrou que o Consórcio Nordeste, está negociando a aquisição de mais de 350 mil testes rápidos e analisando a eficácia do que está sendo disponibilizado no mercado. 

Quando procurar ajuda

Uma das grandes dúvidas de quem apresenta sintomas do novo coronavírus é saber quando procurar ajuda. De acordo com o secretário de Saúde, André Longo, as orientações à população são:

1 - Se estiver com sintomas de gripe, procure fazer o auto-isolamento;

2 - Só vá a uma unidade de saúde se você tiver algum dos sinais de alerta, como o desconforto respiratório, dor torácica ou uma febre que se prolongue por mais de três dias mesmo usando antitérmico. 

3 - Se você apresenta sintomas gripais leves, procure ficar em casa, evite contato, em especial com idosos e pessoas que já tenham problemas de saúde. 

4 - Restrinja o contato social em nome da solidariedade necessária com as demais pessoas. 

Ao longo do período de quarentena muitas empresas mudaram a dinâmica de funcionamento das atividades. O Grupo Petrópolis, por exemplo, anunciou que deu férias a 10 mil funcionários da cervejaria como forma de manter empregos e incentivar o isolamento social. As férias coletivas iniciaram, segundo a empresa, nessa segunda-feira (30). 

Devido a queda no consumo de cerveja, ocasionada pelo fechamento de bares e restaurantes, a empresa diz ter “estoques em alta, a produção será feita seguindo o cronograma das linhas de envase de cada fábrica. No momento, o grupo tem produto suficiente para o atendimento aos supermercados e pontos de venda que seguem abertos”.  

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Desde o início da pandemia, o grupo diz que adota as medidas preventivas sugeridas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Foram afastados preventivamente empregados pertencentes ao grupo de risco e cerca de 20% dos funcionários estão em regime de home office. Além de outras medidas de circulação, como comunicados sobre os cuidados e hábitos seguros, horários alternativos para uso dos refeitórios, proibição de viagens sem urgência, entre outras ações.

O Grupo Petrópolis conta com sete unidades fabris - Alagoinhas (BA), Boituva e Bragança Paulista (SP), Itapissuma (PE), Petrópolis e Teresópolis (RJ), e Rondonópolis (MT) -  além de mais de 180 unidades de distribuição espalhadas pelo país.

Com o intuito de reforçar as medidas preventivas em combate ao coronavírus, o Espaço Ciência lançou, na Região Metropolitana do Recife (RMR), o “1º Desafio Fora Corona”. O movimento repercutido na internet propõe que as pessoas gravem vídeos mostrando a importância da água contra a doença, que já vitimou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo. 

Aproveitando a “Semana da Água” - comemorado no dia 22 de março - os vídeos tem participação de crianças, adolescentes e adultos replicando boas práticas que foram recomendadas pela Secretaria de Saúde do Estado (SSE). Diversos bairros participaram do evento em toda RMR e foi além chegando em cidades do interior de Pernambuco, como Gravatá, Garanhuns, Paudalho, Caruaru, Carpina, dentre outros. 

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A iniciativa também teve forte adesão da Escola de Referência do Ensino Médio Frei Orlando,  Escola Técnica Ministro Fernando Lyra, Colégio Municipal Imaculada Conceição, Escola Aluísio Germano, EREM Ismênia Lemos, dentre outras. Na próxima segunda-feira (6) será lançado novo “Desafio Fora Corona”, para saber mais acesse o site do Espaço Ciência.

A Apple lançou na última sexta-feira (27), uma nova ferramenta de triagem e um conjunto de recursos para ajudar as pessoas a se manterem informadas sobre o novo Coronavírus. As orientações têm como base as recentes diretrizes do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos). 

Tanto o aplicativo quanto o site COVID-19 permitem que os usuários respondam a uma série de perguntas sobre fatores de risco, exposição recente e sintomas para si ou para um ente querido. Feito isso, o usuário receberá recomendações do CDC sobre os próximos passos, incluindo orientações sobre distanciamento social e auto-isolamento, como monitorar de perto os sintomas, se um teste é recomendado ou não no momento e quando entrar em contato com um médico.

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Ambas as ferramentas funcionam como uma triagem e foram projetadas para ser um recurso, por isso, a Apple avisa que elas “não substituem instruções de profissionais de saúde ou orientações de autoridades de saúde estaduais e locais”. Além das orientações sobre o que fazer, os usuários receberão respostas para perguntas frequentes sobre o coronavírus, incluindo quem está em maior risco e como reconhecer os sintomas. 

Os recursos chegam em uma época que os Estados Unidos ultrapassa os 100 mil casos confirmados da doença. Nova York é a cidade mais afetada pela disseminação do vírus, com mais de 7 mil casos. As ferramentas criadas pela Apple não exigem login ou associação com o ID da Apple do usuário, e as respostas individuais dos usuários não serão enviadas à Apple ou a qualquer organização governamental. Apenas maiores de 18 podem acessá-las.

O Centro de Combate ao Coronavírus, que funcionará como um hospital, será aberto nesta sexta-feira, a partir das 15h, em Guarulhos, na Grande São Paulo. O espaço, de 3 mil metros quadrados de área construída, conta com 71 leitos, tendas, carretas, ônibus, vagas para ambulância e cem profissionais que trabalharão os sete dias da semana, 24h por dia.

No locao, será realizada triagem por meio do sistema drive thru. O atendimento ocorrerá sempre das 7h às 19h.

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Durante o atendimento, o paciente será classificado por cores. A branca significa que está liberado para casa, a azul indica que o paciente apresenta algum sintoma, mas não necessita de internação. A amarela, alerta para observação para a coleta de exames, e a vermelha indicará  que o paciente deve ser imediatamente encaminhado para a UTI.

"Esse hospital vai ser o grande diferencial. Ele é absolutamente completo e vai tirar muitas pessoas dos pronto-atendimentos, seguindo o que queremos e precisamos, que é o isolamento social. Lembrando que o isolamento é uma orientação da Organização Mundial de Saúde", destaca o secretário de Saúde de Guarulhos, José Mario Clemente. "Teremos nesse hospital de campanha um ponto firme para que o guarulhense tenha aonde ir e ser diagnosticado de fato", concluiu.

O Centro de Combate ao Coronavírus fica no Parque Cecap, próximo ao Hospital Geral.

Nessa quarta-feira (26), o LeiaJá apurou a informação de que membros da comunidade acadêmica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) elaboraram um requerimento e um abaixo-assinado virtual intercedendo ao reitor, professor Alfredo Gomes, pela liberação de trabalhadores terceirizados que seguem exercendo atividades não consideradas essenciais, como serviços de jardinagem e limpeza de espaços vazios, durante a suspensão das aulas e atividades acadêmicas em decorrência da pandemia de COVID-19.

Questionada pela nossa reportagem, a Universidade Federal de Pernambuco afirmou que o requerimento elaborado por membros da comunidade acadêmica ainda não foi recebido pela instituição. A UFPE alegou fazer “esforços nas tratativas junto a empresas e contratos, mantendo diálogo com as prestadoras de serviço para medidas que visem a preservação da saúde e dos salários dos trabalhadores frente à situação de emergência sanitária, econômica e social do país”.

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Também foi dito que “desde o dia 16 de março, após a suspensão das atividades acadêmicas de forma conjunta pelo Consórcio PE Universitas, entre as primeiras medidas adotadas pela UFPE, encontra-se que gestores de contratos devem notificar as empresas quanto às recomendações adotadas pela Instituição, referenciando o quadro de risco aumentado e vulnerabilidades conforme recomendações das autoridades sanitárias”. O anúncio dessa medida foi feito por meio de comunicado oficial da Universidade sobre medidas adotadas para prevenção ao coronavírus no dia 13 de março. 

O LeiaJá voltou a questionar a universidade sobre o motivo de, mesmo havendo negociações junto às empresas prestadoras de serviços há muitos dias, persistir o problema e ainda haver trabalhadores terceirizados exercendo funções que, durante uma pandemia, não são necessárias. Também perguntamos qual tem sido a postura de tais empresas nas tratativas com a UFPE e aguardamos resposta para atualização desta reportagem.

Em 30 de dezembro, pesquisadores que usavam sistemas de inteligência artificial para revisar mídias e redes sociais detectaram a propagação de uma doença incomum com sintomas de gripe em Wuhan, na China.

Isso aconteceu vários dias antes da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicar uma avaliação de risco e um mês antes que a agência da ONU declarasse uma emergência de saúde global para o novo coronavírus.

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Os sistemas de inteligência artificial poderiam ter acelerado o processo e limitado ou até retardado o avanço da pandemia de COVID-19?

Clark Freifeld, cientista da computação da Northeastern University que trabalha com a plataforma de vigilância global de doenças HealthMap, uma das que detectou o surto, diz que ainda não há resposta para essa pergunta.

"Identificamos os primeiros sinais, mas a verdade é que é difícil determinar, diante de uma doença respiratória não identificada, se há uma situação séria", diz Freifeld.

Dataminr, uma empresa de tecnologia de detecção em tempo real, disse que emitiu os primeiros avisos sobre a COVID-19 em 30 de dezembro com base em relatos de testemunhas dentro de hospitais em Wuhan, fotos da desinfecção do mercado onde o vírus se originou e um alerta de um médico chinês que morreu mais tarde do vírus.

"Um dos nossos maiores desafios é reagir a essas situações", diz Kamran Khan, fundador da empresa canadense de rastreamento BlueDot, um dos sistemas que alertaram sobre a epidemia em dezembro.

"Quando lidamos com uma doença nova e emergente, não temos todas as respostas. O tempo é o nosso recurso mais valioso e não podemos desperdiça-lo", assegura.

Khan, que também é professor de medicina e saúde pública na Universidade de Toronto, disse à AFP que os dados mostraram "ecos do surto de SARS que ocorreu há 17 anos, mas não se sabia o quão contagioso era".

Em todo caso, os sistemas de inteligência artificial provaram ser valiosos na detecção de epidemias por meio de uma ampla variedade de fontes, como reservas aéreas, Twitter, notícias e sensores de dispositivos conectados.

- Decisões humanas -

No entanto, Freifeld insiste que os sistemas de inteligência artificial são limitados e que os humanos devem tomar as grandes decisões.

"Usamos a inteligência artificial como um multiplicador de forças", declara.

Esses sistemas podem ajudar de várias maneiras: desde o monitoramento do surto em si até a aceleração dos testes de medicamentos.

"Podemos fazer simulações como nunca antes, entendemos as trilhas biológicas como nunca antes e isso é devido ao poder da inteligência artificial", explica Michael Greeley, da empresa Flare Capital Partners, que investiu em várias startups de inteligência artificial médica.

Mas Greeley diz que ainda é um grande desafio aplicar essas tecnologias a setores como o de medicamentos, onde o tempo de teste pode levar anos.

Segundo Khan, a inteligência artificial está ajudando na fase de contenção com sistemas que usam informações de localização de smartphones para rastrear o progresso da doença e encontrar focos, além de determinar se as pessoas seguem as diretrizes de "distanciamento social"

Andrew Kress, diretor da empresa de tecnologia da saúde HealthVerity, afirma que continua sendo um desafio coletar informações sobre surtos de doenças, respeitando a privacidade do paciente.

É possível identificar tendências com dicas como visitas a farmácias, venda de certos medicamentos ou até pesquisas online, aponta Kress, mas compilar tudo isso tem implicações na privacidade.

"Precisamos de uma discussão real sobre equilíbrio e utilidade (...) para continuar determinando novos caminhos que nos permitirão tirar proveito de algumas dessas fontes de dados não tradicionais", diz Kress.

- Mineração de dados -

Os sistemas de inteligência artificial também estão sendo usados para revisar milhares de pesquisas em busca de pistas sobre os tratamentos que podem funcionar.

Na semana passada, pesquisadores se uniram à Casa Branca em um esforço para disponibilizar cerca de 29.000 artigos de pesquisa sobre o coronavírus, para que possam ser analisados em busca de dados.

O esforço inclui a Microsoft, a Chan Zuckerberg Initiative, a Universidade de Georgetown, entre outros.

Por meio do Kaggle, uma comunidade de aprendizado autômato e dados científicos de propriedade do Google, essas ferramentas estarão disponíveis para pesquisadores em todo o mundo.

"É difícil para as pessoas revisarem manualmente mais de 20.000 artigos e resumirem suas descobertas", aponta Anthony Goldbloom, CEO da Kaggle.

"Os recentes avanços tecnológicos podem ajudar nisso. Estamos disponibilizando versões legíveis por máquina desses artigos à nossa comunidade de mais de quatro milhões de cientistas de dados. Esperamos que a inteligência artificial possa ser usada para ajudar a encontrar respostas para perguntas-chave sobre a COVID-19 ", assegura.

Ana Hickmann usou suas redes sociais, no último domingo (22), para informar aos fãs que está se isolando. A apresentadora apresentou sintomas parecidos aos de Covid-19 e resolveu entrar em quarentena em sua casa. Ela está evitando contato até com o próprio filho, o pequeno Alexandre, por precaução. 

Em suas redes sociais, Ana explicou o que está sentindo. "Estou com sintomas de gripe, febre alta, dor no corpo. Graças a Deus sem falta de ar e sem tosse pesada. Faço parte do grupo de suspeita do coronavírus". Ela aproveitou para reforçar a importância de se manter em casa nesse momento, no esforço de coibir a disseminação do vírus. 

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Ana disse que não fez o teste para identificar o coronavírus por conta da grande demanda. "Não tem teste para todo mundo. Somente pessoas com casos graves é que estão fazendo os exames. Eu não quero tirar o lugar de quem realmente vai precisar do exame, de um leito de hospital". Por fim, ela mostrou como tem se comunicado com o filho, ALexandre: através de videoconferência. "Só assim a gente fica pertinho". 

 

Tentando frear a disseminação do coronavírus, a agência da Caixa Econômica Federal, localizada na Avenida Guararapes, área central do Recife, adotou uma medida enérgica. Quem precisou ir ao banco, nesta quinta-feira (19), se deparou com normas guiadas pelos funcionários. Logo na entrada, a Caixa informou que seria formada uma fila para que não houvesse aglomeração nas dependências do ambiente.

As pessoas que foram ao local receberam senhas para garantir atendimento. Embora o critério da agência bancária seja de evitar o contágio do Covid-19, teve gente que não concordou com o limite imposto. Para Jenifer Costa, que atualmente está fora do mercado de trabalho, a ideia de impedir aglomeração é contraditória.

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"É um absurdo. Eles estão protegendo lá dentro, mas aqui fora está amontoado. Não resolveu e nem adiantou nada essa medida", criticou Jenifer. A jornalista Aline Araújo também desaprovou o ponto de vista do banco. "Eu entendo que a atitude é necessária, mas aqui não acaba se tornando efetiva. Na fila existem pessoas próximas das outras, gente gritando, cuspindo. Essa ideia não dá em nada. Estamos aglomerados e corremos riscos", contou.

Para a dona de casa Jaqueline Nascimento, seguir as regras da agência é uma forma de pensar no coletivo. "Temos que nos proteger. Sou hipertensa. Estou aqui de máscara, álcool em gel no bolso, tudo isso para tentar fazer a minha parte", disse. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o critério adotado de higienização no espaço visa proteger colaboradores e clientes.

Em um comunicado fixado em uma das portas, a Caixa explicou que só iria permitir o acesso de 45 pessoas por vez no interior do local e apenas uma por terminal na sala de autoatendimento.

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O governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), montou estruturas para a internação de pacientes infectados pelo novo coronavírus na Unidade de Tratamento Intensivo no Hospital Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, em Belém. O governador Helder Barbalho informou também que o Estado tem à disposição outra estrutura com leitos de UTI, e que podem ser ofertados mais lotes de equipamentos para a montagem de mais leitos, se necessário.

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Alberto Beltrame, titular da Sespa, recomenda que a população continue evitando aglomerações e reforça a necessidade de higiene pessoal. Para pessoas que possuem sintomas de gripe, o secretário orienta que façam tratamento em casa ou que procurem uma Unidade Básica de Saúde. Se apresentar sintomas mais graves, a pessoa deve buscar atendimento especializado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou atendimento hospitalar de urgência.

Escolas, universidades, empresas suspenderam suas atividades como medida de prevenção contra o vírus, resguardando a comunidade durante a situação de emergência. A Universidade Federal Rural do Pará (Ufra) orientou que viagens a países que decretaram estado de emergência ou nos quais a epidemia está em pico de transmissão devem ser evitadas.

Apesar das recomendações, a Federação Paraense de Futebol (FPF) resolveu manter os jogos do Parazão 2020, sem a presença do público. Veja a tabela de jogos aqui.

Por Ana Luiza Imbelloni.

 

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